Hoje foi dia de treino de transição, natação e bike, em Jurerê Internacial, lugar que irá cediar pela 10ª vez o Ironman Brasil.
Cheguei no Taiko por volta das 6:50 horas e a movimentação já era intensa na tenda da Ironmind. Coloquei a roupa de natação, o óculos e a toca e fui me reunir com o restante do grupo na beira do mar para receber as orientações do Chefe Roberto Lemos. Após entramos na água para fazer 3K de natação com transição para 50 K de bike.
O treino foi relativamente tranquilo e dentro do planejado, tudo funcionou dentro da normalidade.
As 11:00 horas em ponto, após ter me despedido do pessoal, peguei os equipamentos e a bike e fui para a casa tomar aquela ducha e viajar até Balneário Camboriú para almoçar com os colegas do GD 31.
A título de informação, GD 31 significa Grupo Dirigido a Pscodinâmica, turma 31ª. O curso é mágico, transformou minha vida e me deu uma visão preciosa e clara sobre os aspectos, as características e as emoções que habitam no ser humano.
Basicamente a proposta do GD é fazer a relação entre lado bio-psico-social do indivíduo com o lado empreendedor, mas quando concluí o curso após 17 meses de estudos, trabalhos e a aplicação de várias dinâmicas, tive a exata definição do GD, a qual caracterizei como a cura pela palavra.
Fica aqui a indicação para os interessados, mas lembrem-se, o GD provoca mudanças a partir do primeiro encontro. Comprove você mesmo e para isso procure a Render Capacitação.
Agora vamos ao almoço com a turma do GD 31, que por sinal estava fantástico, com direito a paella, espumantes, vinhos, muitas conversas e risadas.
Foi especial encontrar a maioria da turma, fiquei muito feliz em ver novamente a Claudinha, a Marilin, a Mariluce, a Ale, a Inez, a Ju, a Marcela, a Eliana, a Suzana, o Tiago, o Magnus, o Ricardo, o Netão, o Piccoli, o Vânio, o Sandro, o Delmar, o Leandro, o Augusto e o Marcelo. Pessoas com valores, responsáveis, amigas e proprietárias de uma energia muito, mas muito positiva.
Por volta das 17:00 horas me despedi de todos e voltei para Floripa com a promessa de que muitos deles irão prestigiar o Ironman 2012 com o compromisso de dar aquela força para eu completar bem a prova no próximo dia 27/05.
Valeu Raça do GD 31 e até lá.
TFA
Sergio Luiz Lopes.:
Informações sobre os meus treinos, provas, aventuras esportivas, aventuras radicais e histórias de coragem e superação.
MINHA MAIOR VITÓRIA
Gui e Biel minha maior VITÓRIA e motivação para o dia-a-dia
MOTIVAÇÃO NA BIKE
Preciso sempre estar motivado para executar os meus treinos de bike. Fixei as fotos dos meus filhos no clip da bike, assim estou sempre com as crianças perto de mim. Foi uma idéia fantástica e que ajuda muito no processo de auto-motivação.
sábado, 31 de março de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
Longo de corrida, 27K, com dia perfeito e em rítmo excelente
Sexta-feira, 5:00 horas, suplementação sendo preparada, temperatura ambiente na casa de 17ºC, céu limpo e uma vontade muito grande de treinar.
As 6:00 horas da manhã iniciei a corrida do treino longo, o qual realizo toda sexta-feira rigorosamente, saindo do Itacorubi seguindo pelo Córrego Grande com destino a ciclovia que dá acesso à beiramar norte.
Quando cheguei no trevo da Dona Benta, intersecção do Córrego Grande com o campus da UFSC, o rítmo já estava na casa dos 4:40min./Km e o batimento cardíaco em 137 bpm. Permaneci com esse "pace" até o 7º K.
Do 8º K em diante iniciei um rítmo mais forte baixando o tempo para a casa dos 4:33min./Km chegando a fazer "paces" de 4:22min, 4:25min., 4:29min. e eventualmente, quando me deparava com aclives, o rítmo oscilava entre 4:49min. a 4:50min.
No final dos 27 K a média fechou em 4:36min./Km. Pensei! Sensacional!
Claro que as condições estavam perfeitas no início da manhã para um treino longo de corrida, mas a média final também me fez perceber que os treinos estão sendo realizados dentro do planejado e que a minha corrida está mais consistente, pois na sexta-feira 16/03 eu concluí o treino longo de 24 K com média de 4:37min./Km e as condições climáticas eram praticamente as mesmas.
Corri o tempo todo introspectando reflexões de fé, pensando nos meninos (Gui e Biel meus filhos) ao tempo que curti com muito carinho o visual da beiramar norte, do mar, das ilhas costeiras, das montanhas da serra do mar e do nascer do sol.
Sem dúvida nenhuma foi um ótimo treino que me deixo preparado para o dia.
Valeu Raça e até o próximo "post"
TFA
Sergio Luiz Lopes.:
As 6:00 horas da manhã iniciei a corrida do treino longo, o qual realizo toda sexta-feira rigorosamente, saindo do Itacorubi seguindo pelo Córrego Grande com destino a ciclovia que dá acesso à beiramar norte.
Quando cheguei no trevo da Dona Benta, intersecção do Córrego Grande com o campus da UFSC, o rítmo já estava na casa dos 4:40min./Km e o batimento cardíaco em 137 bpm. Permaneci com esse "pace" até o 7º K.
Do 8º K em diante iniciei um rítmo mais forte baixando o tempo para a casa dos 4:33min./Km chegando a fazer "paces" de 4:22min, 4:25min., 4:29min. e eventualmente, quando me deparava com aclives, o rítmo oscilava entre 4:49min. a 4:50min.
No final dos 27 K a média fechou em 4:36min./Km. Pensei! Sensacional!
Claro que as condições estavam perfeitas no início da manhã para um treino longo de corrida, mas a média final também me fez perceber que os treinos estão sendo realizados dentro do planejado e que a minha corrida está mais consistente, pois na sexta-feira 16/03 eu concluí o treino longo de 24 K com média de 4:37min./Km e as condições climáticas eram praticamente as mesmas.
Corri o tempo todo introspectando reflexões de fé, pensando nos meninos (Gui e Biel meus filhos) ao tempo que curti com muito carinho o visual da beiramar norte, do mar, das ilhas costeiras, das montanhas da serra do mar e do nascer do sol.
Sem dúvida nenhuma foi um ótimo treino que me deixo preparado para o dia.
Valeu Raça e até o próximo "post"
TFA
Sergio Luiz Lopes.:
segunda-feira, 26 de março de 2012
Meia Maratona Internacional de FLorianópolis concluida com sucesso.
O início da manhã de domingo 25/03 registrava uma temperatura de 19ºC, céu parcialmente nublado e zero de precipitação. Condições perfeitas para a realização da prova!
Cheguei na beiramar norte, no local da largada, por volta da 6:20 horas e fui logo pegar o "chip". Após segui para a tenda da IRONMIND para cumprimentar os colegas e amigos e parti para a fase do aquecimento. Foram praticamente 3 K em circuito plano iniciando moderado e terminando impondo o ritmo da prova. Tudo bem com a cabeça, tudo bem com o joelho mas sentindo um pouco o desgaste do treino de transição do dia anterior onde foram feitos 3000 m de natação e 120 K de bike.
As 7:20 horas me dirigi para a área da largada pois a previsão de início da prova, segundo informações no site do evento, estava marcado para as 7:30 horas.
Por volta das 7:40 horas, com 10 minutos de atraso, foi dada a largada e o povo do primeiro pelotão começou a socar a bota. O primeiro K foi concluido com 3:55 min., muito forte, mas dentro dos objetivos. Posteriormente, comecei a encaixar o ritmo pretendido, 4:10 min./Km, confesso que o planejamento era para 4:20 min./Km, mas o dia estava perfeito para correr.
Até o 15º K fui bem, mantendo a velocidade de 14 Km/h quando resolvi intensificar o rítmo. Primeiro erro!
Ao término do quilômetro 16º senti um desconforto no musculo posterior da coxa esquerda que pronunciava cãimbras. Apesar da condição cardiovascular estar ótima e o emocional bem, é nessas horas que a maturidade deve predominar.
Ouvindo o meu SUPEREGO, o justiceiro, combati os impulsos provenientes do meu ID, o empolgadinho, e diminui a intensidade do exercício por alguns instantes, tomei um sache de carbohidrato da GU, aguardei mais alguns instantes para os sintomas negativos de câimbra diminuirem e aos poucos fui entendendo como deveria administrar a situação. Exercício do auto-controle!
Quando cheguei no 19º K percebi, em função dos efeitos do sache de carbohidrato e da diminuição da intensidade do exercício, que houve uma melhora significativa das minhas condições fisiológicas.
Fui intensificando, progressivamente, o esforço e passei de 13 Km/h para 14 Km/h, terminando a prova com um rítmo de 15,5 Km/h e um tempo total de 1:27:57 horas, média de 4:10 min./Km.
Um resultado excelente pois a semana que precedeu a prova não foi muito boa devido a queda com a bike no sábado 17/03, tratamento fisioterápico para a recuperação das lesões e superação sobre a questão emocional que não estava das melhores.
A grande lição que eu aprendi foi manter a tranquilidade para superar a adversidade, sem ela eu não teria tido o sucesso de finalizar a meia maratona dentro de um tempo que foi excelente.
Mesagem do dia PHILIPPIANS 4:13
Valeu RAÇA e até a próxima.
TFA
Sérgio Luiz Lopes.:
Cheguei na beiramar norte, no local da largada, por volta da 6:20 horas e fui logo pegar o "chip". Após segui para a tenda da IRONMIND para cumprimentar os colegas e amigos e parti para a fase do aquecimento. Foram praticamente 3 K em circuito plano iniciando moderado e terminando impondo o ritmo da prova. Tudo bem com a cabeça, tudo bem com o joelho mas sentindo um pouco o desgaste do treino de transição do dia anterior onde foram feitos 3000 m de natação e 120 K de bike.
As 7:20 horas me dirigi para a área da largada pois a previsão de início da prova, segundo informações no site do evento, estava marcado para as 7:30 horas.
Por volta das 7:40 horas, com 10 minutos de atraso, foi dada a largada e o povo do primeiro pelotão começou a socar a bota. O primeiro K foi concluido com 3:55 min., muito forte, mas dentro dos objetivos. Posteriormente, comecei a encaixar o ritmo pretendido, 4:10 min./Km, confesso que o planejamento era para 4:20 min./Km, mas o dia estava perfeito para correr.
Até o 15º K fui bem, mantendo a velocidade de 14 Km/h quando resolvi intensificar o rítmo. Primeiro erro!
Ao término do quilômetro 16º senti um desconforto no musculo posterior da coxa esquerda que pronunciava cãimbras. Apesar da condição cardiovascular estar ótima e o emocional bem, é nessas horas que a maturidade deve predominar.
Ouvindo o meu SUPEREGO, o justiceiro, combati os impulsos provenientes do meu ID, o empolgadinho, e diminui a intensidade do exercício por alguns instantes, tomei um sache de carbohidrato da GU, aguardei mais alguns instantes para os sintomas negativos de câimbra diminuirem e aos poucos fui entendendo como deveria administrar a situação. Exercício do auto-controle!
Quando cheguei no 19º K percebi, em função dos efeitos do sache de carbohidrato e da diminuição da intensidade do exercício, que houve uma melhora significativa das minhas condições fisiológicas.
Fui intensificando, progressivamente, o esforço e passei de 13 Km/h para 14 Km/h, terminando a prova com um rítmo de 15,5 Km/h e um tempo total de 1:27:57 horas, média de 4:10 min./Km.
Um resultado excelente pois a semana que precedeu a prova não foi muito boa devido a queda com a bike no sábado 17/03, tratamento fisioterápico para a recuperação das lesões e superação sobre a questão emocional que não estava das melhores.
A grande lição que eu aprendi foi manter a tranquilidade para superar a adversidade, sem ela eu não teria tido o sucesso de finalizar a meia maratona dentro de um tempo que foi excelente.
Mesagem do dia PHILIPPIANS 4:13
Valeu RAÇA e até a próxima.
TFA
Sérgio Luiz Lopes.:
quarta-feira, 21 de março de 2012
Competência, profissionalismo, energia positiva e dedicação provocaram a minha melhora e hoje foram exorcisados 45 minutos de corrida
Eu gostaria de iniciar esta postagem agradecendo profundamente ao meu grande Amigo e fisioterapeuta Marcos Vinícios pelo seu conhecimento e profissionalismo, ao meu treinador Roberto Lemos por sua sabedoria e aos meus amigos(as) pelas orações as quais canalizaram energia positiva.
Sai da fisioterapia por volta das 18:20 horas e fui direto pra casa. A chuva estava forte naquele momento, mas coloquei a roupa de treino e o tenis e caí na estrada.
Inicei o treino devagar, sem pressa de chegar ao seu final, mas observando atentamente os sinais na região da lesão, mais precisamente na altura da patela direita, do lado externo.
No inicio do treino senti uma leve pressão no joelho acompanhada de uma pontada local, bem sobre a região da pancada proveniente da queda com a bike. Pensei! Tomara que seja apenas um deconforto passageiro.
Dito e feito! Lá pelos 3 K comecei a me sentir melhor, o desconforto havia diminuido e a corrida estava indo para um ritmo confortavel.
Realizei todo o trajeto em terreno plano, com ``paces´´ variando entre 5:10 até 4:30 e no final do exercício completei um total de 9 K em 43 min. Excelente! Não senti dor alguma, a corrida foi ótima, a chuva estava deliciosa e uma alegria imensa aflorou do meu coração.
Agradeci a Deus por ter colocado em meu caminho profissionais tão competentes e pessoas maravilhosas.
Exorcisado os treino de corrida de hoje, exorcisado o trauma do joelho e que venha a 1/2 Maratona de Floripa e que venha o IRON 2012.
Valeu raça e até o próximo post.
TFA
Sérgio Luiz Lopes
Sai da fisioterapia por volta das 18:20 horas e fui direto pra casa. A chuva estava forte naquele momento, mas coloquei a roupa de treino e o tenis e caí na estrada.
Inicei o treino devagar, sem pressa de chegar ao seu final, mas observando atentamente os sinais na região da lesão, mais precisamente na altura da patela direita, do lado externo.
No inicio do treino senti uma leve pressão no joelho acompanhada de uma pontada local, bem sobre a região da pancada proveniente da queda com a bike. Pensei! Tomara que seja apenas um deconforto passageiro.
Dito e feito! Lá pelos 3 K comecei a me sentir melhor, o desconforto havia diminuido e a corrida estava indo para um ritmo confortavel.
Realizei todo o trajeto em terreno plano, com ``paces´´ variando entre 5:10 até 4:30 e no final do exercício completei um total de 9 K em 43 min. Excelente! Não senti dor alguma, a corrida foi ótima, a chuva estava deliciosa e uma alegria imensa aflorou do meu coração.
Agradeci a Deus por ter colocado em meu caminho profissionais tão competentes e pessoas maravilhosas.
Exorcisado os treino de corrida de hoje, exorcisado o trauma do joelho e que venha a 1/2 Maratona de Floripa e que venha o IRON 2012.
Valeu raça e até o próximo post.
TFA
Sérgio Luiz Lopes
sábado, 17 de março de 2012
Ciclista imprudente provoca acidente na ciclovia da SC 401, proximidades do trevo de Canasvieiras
Hoje tivemos uma supresa desagradável no treino de bike da IRONMIND.
Saimos do Taiko, como sempre fazemos todos os sábados, após a natação, para um pedal de 50 K. Eramos aproximadamente 15 atletas em pelotão.
Iniciamos o treino aquecendo até a Daniela, logo após, fomos em direção ao trevo de Jurerê Velho e em seguida para o trevo que dá acesso à Jurerê situado na SC 401, nas proximidades da entrada para Ratones.
Daí pedalamos em direção ao pedágio com o objetivo de fazer o retorno no trevo de Santo Antônio de Lisboa e seguir pela SC 401 até a Vargem Grande.
No percursso compreendido entre o pedágio da SC 401 até ao trevo que dá acesso aos Ingleses o pelotão praticamente se manteve agrupado, porém, antes do trevo para os Ingleses, numa subida logo após o trevo da Vargem Pequena, eu, o Luquinhas e o homem locomotiva e meu amigo particular Marcos Vinícios começamos a colocar mais pressão no pedal e nos projetamos a frente do pelotão da IRONMIND em aproximadamente 500 metros.
Mantivemos a pressão e o rítmo no pedal e fizemos toda a Vargem Grande em três ciclistas e até ai tudo bem.
Quando saimos da Vargem Grande seguimos em direção a ciclovia que dá acesso à Canasvieiras e entre o trevo dos Ingleses até o trevo anteriormente citado estavamos num rítmo forte.
Foi aí que o bicho pegou raça!
Mantinhamos uma velocidade de aproximadamente 40 Km/h e agrupados três ciclitas, socando a bota, quando de repente nos deparamos com um indivíduo que pedalava na faixa do lado direito da ciclovia, muito despreocupadamente com a vida dos outros e, imprudentemente, resolve fazer uma manobra com sua bicicleta para trocar de pista sem ao menos olhar ou observar antes de fazer a maldita manobra.
Resultado: o homem locomotiva conseguiu desviar, graças a Deus, mas, o Luquinhas deu uma raspada no mané que foi o suficiente para se esborrachar no chão e eu, que vinha logo atras do Lucas, bati com a roda dianteira da minha bike na roda traseira da bike dele e lá foi o Sérgio, feito um saco de batas de 78 Kg para o chão também.
Ao me levantar, comecei a somar o prejuizo não material. O ombro, a região do omoplata, a região da nádega direita, o cotovelo direito e a região do ossinho lateral do calcanhar direito esfolados, assados e esmerilhados no asfalto novo da ciclovia. Mas o mais preocupante foi o joelho direito! A pancada no chão foi muito forte e provocou um grande edema na altura da patela. Pensei! Lá se foi o IRONMAN Brasil 2012 "pro saco". Frio na barriga, preocupação, angustia e desespero foram emoções que rapidamente tomaram conta de mim durante alguns segundos, talvez minutos.
Os carros pararam, a guarda municipal logo se posicionou no local do acidente, pois uma viatura, eu acho, estava vindo logo atras de nós e o resto do pelotão da IRONMIND também chegou. Daí foi aquela loucura toda! Quem caiu? Quem se machucou? Pega água? Lava o ferimento? Tudo bem? Quem provocou o acidente? Aliás, o zé mané que provocou tudo isso nem parou para nos prestar auxílio, vazou com tudo.
Raça a grande preocupação mesmo era com o joelho direito, inchou na hora e muito.
Bom, dei uma olhada na bike, um arranhão aqui outro acolá, o câmbio com a pancada desrregulou e a bermuda nova de ciclismo com dois furos na altura do quadril, lado direito. Falando nisso, se não fosse a bermuda nova de R$ 250,00, acho que a coisa ficaria mais feia em função da esmerilhada no asfalto.
O Lucas também saiu com algumas partes do corpo raladas, mas o susto mesmo, pelo menos pra mim, foi que na queda ele escorregou pelo asfalto em direção a pista de rolamento da SC 401. Graças a mão de Deus não aconteceu nada mais grave, mas confesso que pensei no pior.
Subimos nas bicicletas, terminamos o treino e agora estou aqui em casa com o sentimento de ter levado uma surra. Mas está tudo bem comigo raça, só observando a pancada no joelho e trando-o com gelo, pois ainda está bem inchado.
Espero acordar melhor amanhã, mas tenho dúvidas se conseguirei fazer o longo da bike de 150 K.
Raça fiquem com Deus e me incluam em suas orações para que eu melhore rápido.
TFA
Sérgio Luiz Lopes
Saimos do Taiko, como sempre fazemos todos os sábados, após a natação, para um pedal de 50 K. Eramos aproximadamente 15 atletas em pelotão.
Iniciamos o treino aquecendo até a Daniela, logo após, fomos em direção ao trevo de Jurerê Velho e em seguida para o trevo que dá acesso à Jurerê situado na SC 401, nas proximidades da entrada para Ratones.
Daí pedalamos em direção ao pedágio com o objetivo de fazer o retorno no trevo de Santo Antônio de Lisboa e seguir pela SC 401 até a Vargem Grande.
No percursso compreendido entre o pedágio da SC 401 até ao trevo que dá acesso aos Ingleses o pelotão praticamente se manteve agrupado, porém, antes do trevo para os Ingleses, numa subida logo após o trevo da Vargem Pequena, eu, o Luquinhas e o homem locomotiva e meu amigo particular Marcos Vinícios começamos a colocar mais pressão no pedal e nos projetamos a frente do pelotão da IRONMIND em aproximadamente 500 metros.
Mantivemos a pressão e o rítmo no pedal e fizemos toda a Vargem Grande em três ciclistas e até ai tudo bem.
Quando saimos da Vargem Grande seguimos em direção a ciclovia que dá acesso à Canasvieiras e entre o trevo dos Ingleses até o trevo anteriormente citado estavamos num rítmo forte.
Foi aí que o bicho pegou raça!
Mantinhamos uma velocidade de aproximadamente 40 Km/h e agrupados três ciclitas, socando a bota, quando de repente nos deparamos com um indivíduo que pedalava na faixa do lado direito da ciclovia, muito despreocupadamente com a vida dos outros e, imprudentemente, resolve fazer uma manobra com sua bicicleta para trocar de pista sem ao menos olhar ou observar antes de fazer a maldita manobra.
Resultado: o homem locomotiva conseguiu desviar, graças a Deus, mas, o Luquinhas deu uma raspada no mané que foi o suficiente para se esborrachar no chão e eu, que vinha logo atras do Lucas, bati com a roda dianteira da minha bike na roda traseira da bike dele e lá foi o Sérgio, feito um saco de batas de 78 Kg para o chão também.
Ao me levantar, comecei a somar o prejuizo não material. O ombro, a região do omoplata, a região da nádega direita, o cotovelo direito e a região do ossinho lateral do calcanhar direito esfolados, assados e esmerilhados no asfalto novo da ciclovia. Mas o mais preocupante foi o joelho direito! A pancada no chão foi muito forte e provocou um grande edema na altura da patela. Pensei! Lá se foi o IRONMAN Brasil 2012 "pro saco". Frio na barriga, preocupação, angustia e desespero foram emoções que rapidamente tomaram conta de mim durante alguns segundos, talvez minutos.
Os carros pararam, a guarda municipal logo se posicionou no local do acidente, pois uma viatura, eu acho, estava vindo logo atras de nós e o resto do pelotão da IRONMIND também chegou. Daí foi aquela loucura toda! Quem caiu? Quem se machucou? Pega água? Lava o ferimento? Tudo bem? Quem provocou o acidente? Aliás, o zé mané que provocou tudo isso nem parou para nos prestar auxílio, vazou com tudo.
Raça a grande preocupação mesmo era com o joelho direito, inchou na hora e muito.
Bom, dei uma olhada na bike, um arranhão aqui outro acolá, o câmbio com a pancada desrregulou e a bermuda nova de ciclismo com dois furos na altura do quadril, lado direito. Falando nisso, se não fosse a bermuda nova de R$ 250,00, acho que a coisa ficaria mais feia em função da esmerilhada no asfalto.
O Lucas também saiu com algumas partes do corpo raladas, mas o susto mesmo, pelo menos pra mim, foi que na queda ele escorregou pelo asfalto em direção a pista de rolamento da SC 401. Graças a mão de Deus não aconteceu nada mais grave, mas confesso que pensei no pior.
Subimos nas bicicletas, terminamos o treino e agora estou aqui em casa com o sentimento de ter levado uma surra. Mas está tudo bem comigo raça, só observando a pancada no joelho e trando-o com gelo, pois ainda está bem inchado.
Espero acordar melhor amanhã, mas tenho dúvidas se conseguirei fazer o longo da bike de 150 K.
Raça fiquem com Deus e me incluam em suas orações para que eu melhore rápido.
TFA
Sérgio Luiz Lopes
sexta-feira, 16 de março de 2012
Longo de corrida de 24 K em condições meteorológicas perfeitas
Seis horas da manhã, temperatura ambiente em 19ºC, céu claro, dia amanhecendo e uma brisa leve do quadrante sul soprando moderadamente. Simplesmente perfeito!
Iniciei a corrida com um "pace" de 5:14 min./Km passando para 4:55 min./Km, 4:40 min./Km e 4:50 min./Km, respectivamente, quando percebi que já estava no início da ciclovia da beriamar norte, no trevo da dona Benta.
Respiração sincronizada, ar fresco, as pernas e o batimento cardíaco respondendo bem ao esforço do exercício e no final do 5º Km o GPS estava assinalando um "pace" de 4:34 min./Km com 142 bpm. Excelente! Pensei.
Durante o trajeto feito na beiramar norte, 16 K, o "pace" oscilou entre 4:38 min./Km a 4:25 min./Km e no ultimo Km do circuito plano o batimento registrado pelo monitor cardíaco foi de 151 bpm, meio da zona 3. Boas informações para um atleta com as minhas características de condicionamento físico.
Os ultmos quatro quilômetros foram realizados com tempos de 4:45 min./Km, 4:40 min./Km, 4:48 min./Km e 4:44 min./Km, respectivamente.
No final dos 24 K percorridos os dados históricos resgistrados pelo monitor/GPS foram: tempo total do treino = 1:50:58 horas, média de 4:37 min./Km, custo energético de 1063 Cal e a média do batimento cardíaco foi de 145 bpm.
Fiquei muito feliz com o sucesso do treino longo de hoje, com os resultados obtidos e o de que o meu emocional amanheceu muitíssimo bem, apesar da semana agitada do ponto de vista profissional.
Exorcizada a corrida de hoje, agora é recuperar para realizar o treino de transição amanhã em Jurerê, 3000 m de natação e 50 K de bike.
Que venha a 1/2 maratona de Floripa no próximo dia 25/03 - domingo e convido a todos os leitores a prestigiarem o evento e torcerem pelos atletas da IRONMIND.
Raça o relato de hoje é esse! Rumo ao IRONMAN 2012 e fiquem com Deus.
TFA
Sergio Luiz Lopes.:
Iniciei a corrida com um "pace" de 5:14 min./Km passando para 4:55 min./Km, 4:40 min./Km e 4:50 min./Km, respectivamente, quando percebi que já estava no início da ciclovia da beriamar norte, no trevo da dona Benta.
Respiração sincronizada, ar fresco, as pernas e o batimento cardíaco respondendo bem ao esforço do exercício e no final do 5º Km o GPS estava assinalando um "pace" de 4:34 min./Km com 142 bpm. Excelente! Pensei.
Durante o trajeto feito na beiramar norte, 16 K, o "pace" oscilou entre 4:38 min./Km a 4:25 min./Km e no ultimo Km do circuito plano o batimento registrado pelo monitor cardíaco foi de 151 bpm, meio da zona 3. Boas informações para um atleta com as minhas características de condicionamento físico.
Os ultmos quatro quilômetros foram realizados com tempos de 4:45 min./Km, 4:40 min./Km, 4:48 min./Km e 4:44 min./Km, respectivamente.
No final dos 24 K percorridos os dados históricos resgistrados pelo monitor/GPS foram: tempo total do treino = 1:50:58 horas, média de 4:37 min./Km, custo energético de 1063 Cal e a média do batimento cardíaco foi de 145 bpm.
Fiquei muito feliz com o sucesso do treino longo de hoje, com os resultados obtidos e o de que o meu emocional amanheceu muitíssimo bem, apesar da semana agitada do ponto de vista profissional.
Exorcizada a corrida de hoje, agora é recuperar para realizar o treino de transição amanhã em Jurerê, 3000 m de natação e 50 K de bike.
Que venha a 1/2 maratona de Floripa no próximo dia 25/03 - domingo e convido a todos os leitores a prestigiarem o evento e torcerem pelos atletas da IRONMIND.
Raça o relato de hoje é esse! Rumo ao IRONMAN 2012 e fiquem com Deus.
TFA
Sergio Luiz Lopes.:
sábado, 10 de março de 2012
Longo de corrida perfeito as 6:00 da manhã.
Levantei as 5:15 horas, olhei pela porta da sacada e o céu estava claro, temperatura ambiente na casa dos 22ºC e soprava uma brisa leve do quadrante sul. Ótimas condições para um treino de corrida logo no início da manhã.
Iniciei a corrida pontualmente as 6:00 horas com um rítmo moderado, 5:30 min./Km, visando aquecer as pernocas e ajustar a respiração.
Os próximos 3 quilômetros foram feitos em 5:02, 4:37 e 4:42 minutos, respectivamente, e no 5º quilômetro consegui encaixar o pace desejado de 4:30 min./Km e permaneci com esse rítmo até o 14º K quando resolvi colocar mais pressão no rítmo. Fiz o 15º e o 16º "paces" na casa dos 4:15 min./Km, excelente!
Logo depois do "sprint" e faltando 2K para finalizar o treino, reduzi o rítmo e terminei com um pace de 5min./Km, totalizando os 18 quilômetros registrados na planilha e percorridos com um tempo de 1:23:30 que nos dá uma média de 4:38/Km, exatamente como o Chefe Roberto Lemos havia me pedido.
Ótimo treino, corrida começando a encaixar o rítmo desejado para o IRON e a cabeça funcionando ótimamente bem, muitíssimo diferente do treino de corrida da sexta-feira retrasada, lembram? Sofri com o calor pra caramba e terminei o treino pedindo pinico.
Valeu Raça, tá registrado mais um apontamento do andamento dos treinos.
Até a próxima.
TFA
Sergio Luiz Lopes,:
Iniciei a corrida pontualmente as 6:00 horas com um rítmo moderado, 5:30 min./Km, visando aquecer as pernocas e ajustar a respiração.
Os próximos 3 quilômetros foram feitos em 5:02, 4:37 e 4:42 minutos, respectivamente, e no 5º quilômetro consegui encaixar o pace desejado de 4:30 min./Km e permaneci com esse rítmo até o 14º K quando resolvi colocar mais pressão no rítmo. Fiz o 15º e o 16º "paces" na casa dos 4:15 min./Km, excelente!
Logo depois do "sprint" e faltando 2K para finalizar o treino, reduzi o rítmo e terminei com um pace de 5min./Km, totalizando os 18 quilômetros registrados na planilha e percorridos com um tempo de 1:23:30 que nos dá uma média de 4:38/Km, exatamente como o Chefe Roberto Lemos havia me pedido.
Ótimo treino, corrida começando a encaixar o rítmo desejado para o IRON e a cabeça funcionando ótimamente bem, muitíssimo diferente do treino de corrida da sexta-feira retrasada, lembram? Sofri com o calor pra caramba e terminei o treino pedindo pinico.
Valeu Raça, tá registrado mais um apontamento do andamento dos treinos.
Até a próxima.
TFA
Sergio Luiz Lopes,:
sábado, 3 de março de 2012
Peso nas pernas, calor e dor de cabeça no treino longo de corrida na ultima sexta-feira.
Talvez por ter feito um treino mais intenso de bike e natação no dia anterior as coisas não sairam tão bem no ultimo treino longo de corrida.
A planilha do chefe Roberto Lemos registrava 22 K para o longo da semana e por volta das 8:00 horas da manhã saí de casa para realizá-lo.
As condições meteorológicas náquela manhã caracterizavam uma temperatura ambiente de 25ºC, céu claro, sol bombando já no início do dia e uma brisa de vento sul moderada.
Saí do Itacorubí correndo, passei pelo Córrego Grande com o objetivo de chegar ao Km 0 da ciclovia que dá acesso à Beiramar Norte. Quando cheguei no início da ciclovia o GPS já estava registrando 5 K percorridos, batimento cardíaco normal para o esforço do exercício e um peso nas pernas incrivel. Pensei: "já era pra eu estar mais confortável na corrida", coisa que não aconteceu. O treino só começou a ficar melhor a partir do 8 K quando consegui encaixar um "pace" de 4:38min./Km e assim foi até o 12º kilômetro. Depois disso voltei a sentir novamente um certo desconforto na corrida e o batimento começou a subir em fumção do calor que já estava na casa dos 29ºC.
Com o sol fritando a cabeça, as pernas pesadas em função da intensidade do treino do dia anterior a corrida passou a ficar mais sofrida a partir do 17º kilômetro e ainda faltavam 5 kilômetros para finalizar o treino.
Raça é aí que a cabeça faz diferença! Percebi que os impulsos negativos enviados pelo meu "ID" deveriam ser combatidos por palavras de auto-motivação, então comecei a repetir mentalmente as seguintes palavras: eu posso, eu quero e eu vou conseguir. Aliás, eu sempre utilizo essa técnica quando eu me encontro em dificuldades nos treinos e provas que realizo.
Não é que deu certo mais uma vez! hehehe
Apesar do forte calor, da dor-de-cabeça que já estava iniciando e do peso nas pernas do treino do dia anterior, consegui finalizar o treino de corrida de 22 K com o tempo de 1:47:28, custo energético de 1077 calorias, "pace" médio de 4:53min./Km e feliz da vida por ter utilizado a técnica de auto-motivação com eficiência.
Foi um dos melhores treinos, emocionalmente falando, que realizei até o momento.
Valeu raça e até a próxima.
TFA
Sérgio Luiz Lopes.:
A planilha do chefe Roberto Lemos registrava 22 K para o longo da semana e por volta das 8:00 horas da manhã saí de casa para realizá-lo.
As condições meteorológicas náquela manhã caracterizavam uma temperatura ambiente de 25ºC, céu claro, sol bombando já no início do dia e uma brisa de vento sul moderada.
Saí do Itacorubí correndo, passei pelo Córrego Grande com o objetivo de chegar ao Km 0 da ciclovia que dá acesso à Beiramar Norte. Quando cheguei no início da ciclovia o GPS já estava registrando 5 K percorridos, batimento cardíaco normal para o esforço do exercício e um peso nas pernas incrivel. Pensei: "já era pra eu estar mais confortável na corrida", coisa que não aconteceu. O treino só começou a ficar melhor a partir do 8 K quando consegui encaixar um "pace" de 4:38min./Km e assim foi até o 12º kilômetro. Depois disso voltei a sentir novamente um certo desconforto na corrida e o batimento começou a subir em fumção do calor que já estava na casa dos 29ºC.
Com o sol fritando a cabeça, as pernas pesadas em função da intensidade do treino do dia anterior a corrida passou a ficar mais sofrida a partir do 17º kilômetro e ainda faltavam 5 kilômetros para finalizar o treino.
Raça é aí que a cabeça faz diferença! Percebi que os impulsos negativos enviados pelo meu "ID" deveriam ser combatidos por palavras de auto-motivação, então comecei a repetir mentalmente as seguintes palavras: eu posso, eu quero e eu vou conseguir. Aliás, eu sempre utilizo essa técnica quando eu me encontro em dificuldades nos treinos e provas que realizo.
Não é que deu certo mais uma vez! hehehe
Apesar do forte calor, da dor-de-cabeça que já estava iniciando e do peso nas pernas do treino do dia anterior, consegui finalizar o treino de corrida de 22 K com o tempo de 1:47:28, custo energético de 1077 calorias, "pace" médio de 4:53min./Km e feliz da vida por ter utilizado a técnica de auto-motivação com eficiência.
Foi um dos melhores treinos, emocionalmente falando, que realizei até o momento.
Valeu raça e até a próxima.
TFA
Sérgio Luiz Lopes.:
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Treino longo de bike, 140 K, entre Floripa e Itapema.
Domingo, 26/02/2012, primeiro longo de bike na BR 101.
As 5:00 horas levantei da cama com o despertador botando pra quebrar!
Levantei e fui direto para a sacada dar uma olhada no tempo, pois na noite anterior havia caido uma chuvarada. O céu, no sentido sudoeste, estava bem carregado de nuvens de chuvas, as chamadas cumulus nimbus, contudo, preparei a suplementação, a hidratação e a alimentação para o treino. Coloquei tudo na mochila, peguei a bike e fui para a casa do Pina.
Quando cheguei nas próximidades da ponta do coral recebi uma messagem do Pina me perguntando sobre a condição do tempo na Ilha.
Imeditamente liguei para ele e fizemos uma "conference call" com o Alexandre.
Relatei sobre as condições atuais na Ilha, sem chuva, porém, um rebojo medonho e fiz uma observação sobre a abertura do tempo no sentido norte.
O Alexandre, que é empresário, havia ficado até as 2:30 horas da madruga trabalhando e resolveu pedalar mais tarde. Eu e o Pina resolvemos encarar a BR 101 no sentido norte, apostando na melhora do tempo.
Cheguei na casa do Pina por volta das 6:30 horas, horário combinado, logo após chegou o Varela e na sequência o Rafa Pina.
Saimos em direção da BR 101 para encontrar o Luiz Panda e chegando no lugar combinado o Guerreiro já estava pronto para o pedal.
Assim que começamos a pedalar, encontramos um grupo de ciclistas e seguimos até o posto da PRF de Biguaçu, quando pssssssssssssss, lá se foi o primeiro pneu do dia na bike do Varela. Paramos imediatamente para o reparo e na sequência seguimos com o treino. Os ciclistas? Nem sinal! Vazaram com tudo.
Após passarmos por Biguaçu o tempo começou a melhorar e uma leve brisa de nordeste soprando sem parar. Focamos no treino e socamos a bota até Itapema, hora o Rafa puxava o pelotão, hora o Panda e hora eu. O Varela ficou na moita e pegou mais a roda, o que também vale, haja vista que era o primeiro longo dele. Mas um grande parceiro!
Ao chegarmos em Itapema, abastecemos as caramanholas e os aerodrink das bikes com água, tomamos uma coca-cola litrão em 4 cabeças e socamos a bota em direção em Floripa, dessa vez com o vento de nordeste soprando pelas costa, "LESPO" como diria um velho amigo.
As bikes começaram a voar no asfalto e a velocidade, em muitas vezes, chogou a casa dos 40Km/h.
Quando chegamos em Barreiros, São José, adivinha o que aconteceu novamente? Raça, lá se foi o segundo pneu do Varela, que já estava com os olhos que pareciam dois pires. Trocamos a câmera novamente, sentamos a bunda no selim e vazamos para o fim do treino.
Quando cheguei na casa do Pina o GPS marcava exatos 143,45 K.
Feito, o treino havia chegado ao final, pois a planilha pedia 140 K.
Feliz da vida e me sentindo bem, graças a Deus, fui direto para o chuveiro da piscina do prédio onde o Pina mora e fiquei de molho por uns 15 minutos, recebendo água fria e recuperando um pouco as energias para ir pra casa almoçar.
Quem diria ein? De um dia que parecia não valer a pena, conseguimos realizar um treino longo e eficiente em um trecho que é considerado um dos mais belos do litoral catarinense, D+.
Tem uma máxima que diz o seguinta: o perssimista diz que não vale a pena pedalar com chuva, o otimista diz que o tempo vai mudar e o triatleta vai pro clip da bike, pois não tem tempo ruim.
Valeu raça e até a próxima.
TFA
Sergio Luiz Lopes
As 5:00 horas levantei da cama com o despertador botando pra quebrar!
Levantei e fui direto para a sacada dar uma olhada no tempo, pois na noite anterior havia caido uma chuvarada. O céu, no sentido sudoeste, estava bem carregado de nuvens de chuvas, as chamadas cumulus nimbus, contudo, preparei a suplementação, a hidratação e a alimentação para o treino. Coloquei tudo na mochila, peguei a bike e fui para a casa do Pina.
Quando cheguei nas próximidades da ponta do coral recebi uma messagem do Pina me perguntando sobre a condição do tempo na Ilha.
Imeditamente liguei para ele e fizemos uma "conference call" com o Alexandre.
Relatei sobre as condições atuais na Ilha, sem chuva, porém, um rebojo medonho e fiz uma observação sobre a abertura do tempo no sentido norte.
O Alexandre, que é empresário, havia ficado até as 2:30 horas da madruga trabalhando e resolveu pedalar mais tarde. Eu e o Pina resolvemos encarar a BR 101 no sentido norte, apostando na melhora do tempo.
Cheguei na casa do Pina por volta das 6:30 horas, horário combinado, logo após chegou o Varela e na sequência o Rafa Pina.
Saimos em direção da BR 101 para encontrar o Luiz Panda e chegando no lugar combinado o Guerreiro já estava pronto para o pedal.
Assim que começamos a pedalar, encontramos um grupo de ciclistas e seguimos até o posto da PRF de Biguaçu, quando pssssssssssssss, lá se foi o primeiro pneu do dia na bike do Varela. Paramos imediatamente para o reparo e na sequência seguimos com o treino. Os ciclistas? Nem sinal! Vazaram com tudo.
Após passarmos por Biguaçu o tempo começou a melhorar e uma leve brisa de nordeste soprando sem parar. Focamos no treino e socamos a bota até Itapema, hora o Rafa puxava o pelotão, hora o Panda e hora eu. O Varela ficou na moita e pegou mais a roda, o que também vale, haja vista que era o primeiro longo dele. Mas um grande parceiro!
Ao chegarmos em Itapema, abastecemos as caramanholas e os aerodrink das bikes com água, tomamos uma coca-cola litrão em 4 cabeças e socamos a bota em direção em Floripa, dessa vez com o vento de nordeste soprando pelas costa, "LESPO" como diria um velho amigo.
As bikes começaram a voar no asfalto e a velocidade, em muitas vezes, chogou a casa dos 40Km/h.
Quando chegamos em Barreiros, São José, adivinha o que aconteceu novamente? Raça, lá se foi o segundo pneu do Varela, que já estava com os olhos que pareciam dois pires. Trocamos a câmera novamente, sentamos a bunda no selim e vazamos para o fim do treino.
Quando cheguei na casa do Pina o GPS marcava exatos 143,45 K.
Feito, o treino havia chegado ao final, pois a planilha pedia 140 K.
Feliz da vida e me sentindo bem, graças a Deus, fui direto para o chuveiro da piscina do prédio onde o Pina mora e fiquei de molho por uns 15 minutos, recebendo água fria e recuperando um pouco as energias para ir pra casa almoçar.
Quem diria ein? De um dia que parecia não valer a pena, conseguimos realizar um treino longo e eficiente em um trecho que é considerado um dos mais belos do litoral catarinense, D+.
Tem uma máxima que diz o seguinta: o perssimista diz que não vale a pena pedalar com chuva, o otimista diz que o tempo vai mudar e o triatleta vai pro clip da bike, pois não tem tempo ruim.
Valeu raça e até a próxima.
TFA
Sergio Luiz Lopes
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Jack3d - O que não vem escrito no rótulo, por Diego Zanon.
A enorme quantidade de produtos mágicos oferecidos pela indústria de suplementação nos deixa realmente atordoados e sem saber como julgar qual o melhor, se realmente funciona e quais são os riscos. Por isso vou escrever um post sobre esse produto especificamente.
Suas principais ações são:
Alguns possíveis efeitos colaterias da Teofilina:
· diarréia;
Quando pensamos em suplementação, sempre temos que lembrar de alimentação. Os suplementos nada mais são do que compostos isolados de determinadas substâncias presentes nos alimentos ou no nosso organismo. E por isso, uma análise criteriosa de cada componente do suplemento deve ser feita antes de ser consumido. Basicamente, devemos analisar o que é e para que serve cada item e seus efeitos colaterais.
O Jack3d é vendido como um super suplemento pré-treino, que irá te fazer ficar mais focado, levantar mais peso e te dar energia duradoura para treinos intensos!
Para confirmar isso e responder as perguntas que me fazem, busquei estudos com dados científicos sobre o Jack3d. Entretanto, em minhas pesquisas não encontrei experimentos com esse suplemento. O que fiz então foi procurar sua composição detalhada para analizá-la separadamente.
A composição do Jack3d é divida em 2 complexos.
COMPLEXO I: Y-RD™ (153,33 mg)
THEOPHYLLINE (TEOFILINA)
É também conhecida como dimetilxantina. É uma droga usada no tratamento de doenças respiratórias como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), tem efeitos estimulantes por possuir forma estrutural semelhante a da cafeína. Contudo, por causa dos seus efeitos colaterais agora é raramente utilizada clinicamente.
A teofilina é naturalmente encontrada na maior parte dos chás, só que em menores quantidades.
Suas principais ações são:
· dilatar os brônquios no pulmão;
· aumentar a força de contração do coração;
· aumentar a frequência (ritmo) de contrações do coração;
· aumentar a pressão arterial;
· aumentar o fluxo sanguíneo nos rins;
· efeito estimulante no sistema nervoso central (SNC), principalmente na parte responsável pelo controle da respiração
Alguns possíveis efeitos colaterias da Teofilina:
· diarréia;
· náusea;
· aumento da frequência cardíaca;
· cefaléia;
· insônia;
· irritabilidade;
· tonturas;
· vertingens.
DIMETHYLAMYLAMINE
DIMETHYLAMYLAMINE
A Dimethylamylamine ou Methylhexaneamine, é um componente do óleo da flor de Gerânio e por isso é vendida pela indústrias de suplementação como alimento dietético.
Quando isolada em laboratório, normalmente é utilizada como descongestionante nasal, por via oral ou nasal, por causa do seu efeito vasoconstritor.
Entretanto, essa droga não é aprovada pela Food and Drug Administration (FDA), nos EUA, pela falta de estudos conclusivos sobre sua dose segura e pelos efeitos estimulantes sobre o SNC semelhantes ao das anfetaminas e efedrina, o que pode ocasionar dependência.
Na Nova Zelândia frequentadores de festas noturnas consumiam comprimidos estimulantes que tinham como ingrediente ativo a Dimethylamylamine.
Alguns efeitos adversos sérios foram relatados, são eles:
Alguns efeitos adversos sérios foram relatados, são eles:
· dores de cabeça;
· náuseas;
· acidente vascular cerebral (AVC)
Em virtude disso, desde 2008 essa substância passou a ser considerada ilegal na Nova Zelândia.
Em virtude disso, desde 2008 essa substância passou a ser considerada ilegal na Nova Zelândia.
No meio esportivo, já foram encontrados vários casos de doping por utilização da Dimethylamylamine.
Em 2009 cinco atletas jamaicanos foram pegos no exame pelo Comitê Jamaicano de Anti-Doping, pelo uso dessa droga como estimulante.
Durante os Jogos da Commonwealth neste ano, o atleta nigeriano Damola Osayemi perdeu sua medalha de ouro nos 100m, após ser detectada a substância Dimethylamylamine durante os testes de drogas. Em seguida, o teste de outro atleta nigeriano, Samuel Okon, que terminou em sexto nos 110m com barreiras, também deu positivo para a droga.
Ainda em 2010, em outubro, dois ciclistas Portugueses, foram pegos no dopping durante o Campeonato Nacional Português no final de junho. O Australian Sports Anti-doping Authority suspendeu nove atletas australianos da Liga de Futebol Australiano e Liga Nacional de Rugby também em outubro.
Em novembro foi a vez da África do Sul encontrar a substância em dois jogadores de Rugby na turnê anual de Rugby do Hemisfério Norte, os jogadores foram suspensos e imediatamente mandados de volta casa, apesar de terem alegado que consumiram a substância involuntariamente, sob a forma de medicação para os sintomas da gripe.
Por esses fatos, a partir de 2010, a World Anti-Doping Agency incluiu a Dimethylamylamine na lista de substâncias ilegais.
· Sedação;
· Euforia;
· Amnésia;
· Indiferença e má avaliação do perigo;
· Exacerbar muito os efeitos do álcool;
· Confusão mental;
· Hipotermia (diminuição da temperatura corporal);
· Dependência;
· Aumento da hostilidade (agressividade);
· Ataxia (falta de coordenação nos movimentos);
· Anemia;
· Alucinações.
· Diazepam ou Valium;
· Lorazepam;
· Clonazepam ou Rivotril;
· Bromazepam ou Lexotan.
OUTROS INGREDIENTES
SUCRALOSE
OPINIÃO PROFISSIONAL
Infelizmente, na indústria da suplementação existem poucos estudos comprovando a eficácia de alguns produtos e estes, acabam sendo consumidos de maneira equivocada pelas pessoas. O mais importante quando se trata de eficiência e segurança é SEMPRE procurar orientação de profissionais sérios e qualificados para entender qual a real necessidade da suplementação, qual tipo de produto e qual a dosagem mais adequada para você.
DIBENZO
Essa substância é da família das Benzodiazepinas, que são um grupo de medicamentos utilizados para tratamento de ansiedade, amnésia anterógrada ou como sedativos, hipnóticos, relaxante muscular e ainda anticonvulsionante. Ela tem uma grande capacidade de deprimir o SNC, ou seja, diminuir a atividade cerebral.
Alguns efeitos adversos do seu uso:
· Sedação;
· Euforia;
· Amnésia;
· Indiferença e má avaliação do perigo;
· Exacerbar muito os efeitos do álcool;
· Confusão mental;
· Hipotermia (diminuição da temperatura corporal);
· Dependência;
· Aumento da hostilidade (agressividade);
· Ataxia (falta de coordenação nos movimentos);
· Anemia;
· Alucinações.
Nome de alguns tipos de benzodiazepínicos:
· Diazepam ou Valium;
· Lorazepam;
· Clonazepam ou Rivotril;
· Bromazepam ou Lexotan.
SCHIZANDROL A
O Schizandrol A possui a seguinte combinação: 2, 3, 4, 1, 2, 3-hexamethoxy-6,7-dimetil-1, 2,3,4-dibenzo-1,3-cyclooctadien-6-Ol e junto com o Dibenzo, atuam no funcionamento cerebral inibindo o SNC.
Ele provoca o aumento nas concentrações de dopamina e serotonina no cérebro, levando a um aumento na sensação de prazer e bem estar, por isso, também pode ser utilizado no tratamento de transtornos de comportamento, ansiedade e depressão. Entretanto, existem poucas pesquisas com a sua utilização em humanos, somente em roedores.
COMPLEXO II: ATP-Carnosina-Vaso Complex™ (3500,00 mg)
CREATINA MONOHIDRATADA
A creatina é um composto encontrado nos músculos na de forma de Creatina Fosfato (CP), pois em sua estrutura química existe uma molécula de fósforo adicionada.
Como suplemento, é utilizada normalmente em modalidades esportivas que exigem uma grande produção de força, e de maneira rápida. Nos alimentos é encontrada em maiores quantidades nas carnes em geral.
BETA ALANINA
É um aminoácido não essencial presente no nosso organismo, que tem participação em todas as vias energéticas: carboidratos, proteínas e gorduras. Ela atua no reconhecimento dos nutrientes que serão utlizados pela célula, na regulação da atividade de certos tipos de enzimas, no metabolismo do Triptofano (aminoácido formador de Serotonina) e também auxilia no aumento da síntese proteíca (formação de novas proteínas).
ARGININA
É também um aminoácido presente no nosso organismo, porém essencial.
A arginina é o precursor imediato do Óxido Nítrico e esse por sua vez promove relaxamento dos vasos sanguíneos, diminuindo a pressão arterial. Também é importante para produção de creatina e tem papel fundamental na divisão celular (mitose e meiose), na cicatrização de feridas, na remoção de amônia do corpo, no sistema imunológico e na produção de alguns hormônios.
ALFA-CETOGLUTARATO
Conhecido também como Ácido Alfa-Cetoglutarato tem participação na formação de energia celular sendo uma peça chave no Ciclo de Krebs (ciclo formador de energia dentro das células). Além de regular a produção de energia, outra função importante desse ácido é a formação de ácido glutâmico ou Glutamina, aminoácido essencial para controlar a reparação de tecidos no corpo (pele, músculos e outros) e manter o sistema imunológico.
OUTROS INGREDIENTES
ÁCIDO CÍTRICO
O ácido cítrico é um antioxidante encontrado na maioria das frutas, sobretudo nas mais cítricas, limão, laranja, acerola.
Sua função é ajudar a remover os átomos de oxigênio que “sobram” no nosso corpo, retardando o processo de envelhecimento.
SUCRALOSE
É um adoçante derivado do açúcar, bastante utilizado em bebidas de baixa quantidade calórica.
ACESULFAME-K
Adoçante dietético bastante utilizado em doces, bebidas e chicletes. Ele não é metabolizado pelo organismo humano, sendo eliminado com a mesma forma em que foi ingerido.
IMPORTANTE!
Todas as substâncias descritas no COMPLEXO I atuam no funcionamento do Sistema Nervoso Central e podem causar dependência.
OPINIÃO PROFISSIONAL
Infelizmente, na indústria da suplementação existem poucos estudos comprovando a eficácia de alguns produtos e estes, acabam sendo consumidos de maneira equivocada pelas pessoas. O mais importante quando se trata de eficiência e segurança é SEMPRE procurar orientação de profissionais sérios e qualificados para entender qual a real necessidade da suplementação, qual tipo de produto e qual a dosagem mais adequada para você.
Quanto ao Jack3d, sou totalmente CONTRA o seu consumo, não indico, não compro e não recomendo. Haja visto, os componentes utilizados em sua fabricação, apoiado pela falta de registro na Food and Drugs Administration (FDA) nos EUA e também na Agência de Vigilância Sanitária (ANVISA) no Brasil.
Lembre-se sempre:
Não existe nada fácil.
Se for muito fácil desconfie!
Porque talvez não esteja correto.
Diego Zanon
Pós-graduado em Fisiologia do Exercício, certificado pelo Conselho Nacional de Educação Física (CONFEF) registrado sob o n° 3013-G/ES, com experiência nas áreas de Treinamento Personalizado, Gestão em Academias e Treinamento Funcional.
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