MINHA MAIOR VITÓRIA

MINHA MAIOR VITÓRIA
Gui e Biel minha maior VITÓRIA e motivação para o dia-a-dia

MOTIVAÇÃO NA BIKE

MOTIVAÇÃO NA BIKE
Preciso sempre estar motivado para executar os meus treinos de bike. Fixei as fotos dos meus filhos no clip da bike, assim estou sempre com as crianças perto de mim. Foi uma idéia fantástica e que ajuda muito no processo de auto-motivação.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Longo de corrida, 27K, com dia perfeito e em rítmo excelente

Sexta-feira, 5:00 horas, suplementação sendo preparada, temperatura ambiente na casa de 17ºC, céu limpo e uma vontade muito grande de treinar.
As 6:00 horas da manhã iniciei a corrida do treino longo, o qual realizo toda sexta-feira rigorosamente, saindo do Itacorubi seguindo pelo Córrego Grande com destino a ciclovia que dá acesso à beiramar norte.
Quando cheguei no trevo da Dona Benta, intersecção do Córrego Grande com o campus da UFSC, o rítmo já estava na casa dos 4:40min./Km e o batimento cardíaco em 137 bpm. Permaneci com esse "pace" até o 7º K.
Do 8º K em diante iniciei um rítmo mais forte baixando o tempo para a casa dos 4:33min./Km chegando a fazer "paces" de 4:22min, 4:25min., 4:29min. e eventualmente, quando me deparava com aclives, o rítmo oscilava entre 4:49min. a 4:50min.
No final dos 27 K a média fechou em 4:36min./Km. Pensei! Sensacional!
Claro que as condições estavam perfeitas no início da manhã para um treino longo de corrida, mas a média final também me fez perceber que os treinos estão sendo realizados dentro do planejado e que a minha corrida está mais consistente, pois na sexta-feira 16/03 eu concluí o treino longo de 24 K com média de 4:37min./Km e as condições climáticas eram praticamente as mesmas.
Corri o tempo todo introspectando reflexões de fé, pensando nos meninos (Gui e Biel meus filhos) ao tempo que curti com muito carinho o visual da beiramar norte, do mar, das ilhas costeiras, das montanhas da serra do mar e do nascer do sol.
Sem dúvida nenhuma foi um ótimo treino que me deixo preparado para o dia.

Valeu Raça e até o próximo "post"

TFA

Sergio Luiz Lopes.:

segunda-feira, 26 de março de 2012

Meia Maratona Internacional de FLorianópolis concluida com sucesso.

O início da manhã de domingo 25/03 registrava uma temperatura de 19ºC, céu parcialmente nublado e zero de precipitação. Condições perfeitas para a realização da prova!
Cheguei na beiramar norte, no local da largada, por volta da 6:20 horas e fui logo pegar o "chip". Após segui para a tenda da IRONMIND para cumprimentar os colegas e amigos e parti para a fase do aquecimento. Foram praticamente 3 K em circuito plano iniciando moderado e terminando impondo o ritmo da prova. Tudo bem com a cabeça, tudo bem com o joelho mas sentindo um pouco o desgaste do treino de transição do dia anterior onde foram feitos 3000 m de natação e 120 K de bike.
As 7:20 horas me dirigi para a área da largada pois a previsão de início da prova, segundo informações no site do evento, estava marcado para as 7:30 horas.
Por volta das 7:40 horas, com 10 minutos de atraso, foi dada a largada e o povo do primeiro pelotão começou a socar a bota. O primeiro K foi concluido com 3:55 min., muito forte, mas dentro dos objetivos. Posteriormente, comecei a encaixar o ritmo pretendido, 4:10 min./Km, confesso que o planejamento era para 4:20 min./Km, mas o dia estava perfeito para correr.
Até o 15º K fui bem, mantendo a velocidade de 14 Km/h quando resolvi intensificar o rítmo. Primeiro erro!
Ao término do quilômetro 16º senti um desconforto no musculo posterior da coxa esquerda que pronunciava cãimbras. Apesar da condição cardiovascular estar ótima e o emocional bem, é nessas horas que a maturidade deve predominar.
Ouvindo o meu SUPEREGO, o justiceiro, combati os impulsos provenientes do meu ID, o empolgadinho, e diminui a intensidade do exercício por alguns instantes, tomei um sache de carbohidrato da GU, aguardei mais alguns instantes para os sintomas negativos de câimbra diminuirem e aos poucos fui entendendo como deveria administrar a situação. Exercício do auto-controle!
Quando cheguei no 19º K percebi, em função dos efeitos do sache de carbohidrato e da diminuição da intensidade do exercício, que houve uma melhora significativa das minhas condições fisiológicas.
Fui intensificando, progressivamente, o esforço e passei de 13 Km/h para 14 Km/h, terminando a prova com um rítmo de 15,5 Km/h e um tempo total de 1:27:57 horas, média de 4:10 min./Km.
Um resultado excelente pois a semana que precedeu a prova não foi muito boa devido a queda com a bike no sábado 17/03, tratamento fisioterápico para a recuperação das lesões e superação sobre a questão emocional que não estava das melhores.
A grande lição que eu aprendi foi manter a tranquilidade para superar a adversidade, sem ela eu não teria tido o sucesso de finalizar a meia maratona dentro de um tempo que foi excelente.

Mesagem do dia PHILIPPIANS 4:13

Valeu RAÇA e até a próxima.

TFA

Sérgio Luiz Lopes.:

quarta-feira, 21 de março de 2012

Competência, profissionalismo, energia positiva e dedicação provocaram a minha melhora e hoje foram exorcisados 45 minutos de corrida

Eu gostaria de iniciar esta postagem agradecendo profundamente ao meu grande Amigo e fisioterapeuta Marcos Vinícios pelo seu conhecimento e profissionalismo, ao meu treinador Roberto Lemos por sua sabedoria e aos meus amigos(as) pelas orações as quais canalizaram energia positiva.
Sai da fisioterapia por volta das 18:20 horas e fui direto pra casa. A chuva estava forte naquele momento, mas coloquei a roupa de treino e o tenis e caí na estrada.
Inicei o treino devagar, sem pressa de chegar ao seu final, mas observando atentamente os sinais na região da lesão, mais precisamente na altura da patela direita, do lado externo.
No inicio do treino senti uma leve pressão no joelho acompanhada de uma pontada local, bem sobre a região da pancada proveniente da queda com a bike. Pensei! Tomara que seja apenas um deconforto passageiro.
Dito e feito! Lá pelos 3 K comecei a me sentir melhor, o desconforto havia diminuido e a corrida estava indo para um ritmo confortavel.
Realizei todo o trajeto em terreno plano, com ``paces´´ variando entre 5:10 até 4:30 e no final do exercício completei um total de 9 K em 43 min. Excelente! Não senti dor alguma, a corrida foi ótima, a chuva estava deliciosa e uma alegria imensa aflorou do meu coração.
Agradeci a Deus por ter colocado em meu caminho profissionais tão competentes e pessoas maravilhosas.
Exorcisado os treino de corrida de hoje, exorcisado o trauma do joelho e que venha a 1/2 Maratona de Floripa e que venha o IRON 2012.
Valeu raça e até o próximo post.

TFA

Sérgio Luiz Lopes

sábado, 17 de março de 2012

Ciclista imprudente provoca acidente na ciclovia da SC 401, proximidades do trevo de Canasvieiras

Hoje tivemos uma supresa desagradável no treino de bike da IRONMIND.
Saimos do Taiko, como sempre fazemos todos os sábados, após a natação, para um pedal de 50 K. Eramos aproximadamente 15 atletas em pelotão.
Iniciamos o treino aquecendo até a Daniela, logo após, fomos em direção ao trevo de Jurerê Velho e em seguida para o trevo que dá acesso à Jurerê situado na SC 401, nas proximidades da entrada para Ratones.
Daí pedalamos em direção ao pedágio com o objetivo de fazer o retorno no trevo de Santo Antônio de Lisboa e seguir pela SC 401 até a Vargem Grande.
No percursso compreendido entre o pedágio da SC 401 até ao trevo que dá acesso aos Ingleses o pelotão praticamente se manteve agrupado, porém, antes do trevo para os Ingleses, numa subida logo após o trevo da Vargem Pequena, eu, o Luquinhas e o homem locomotiva e meu amigo particular Marcos Vinícios começamos a colocar mais pressão no pedal e nos projetamos a frente do pelotão da IRONMIND em aproximadamente 500 metros.
Mantivemos a pressão e o rítmo no pedal e fizemos toda a Vargem Grande em três ciclistas e até ai tudo bem.
Quando saimos da Vargem Grande seguimos em direção a ciclovia que dá acesso à Canasvieiras e entre o trevo dos Ingleses até o trevo anteriormente citado estavamos num rítmo forte.
Foi aí que o bicho pegou raça!
Mantinhamos uma velocidade de aproximadamente 40 Km/h e agrupados três ciclitas, socando a bota, quando de repente nos deparamos com um indivíduo que pedalava na faixa do lado direito da ciclovia, muito despreocupadamente com a vida dos outros e, imprudentemente, resolve fazer uma manobra com sua bicicleta para trocar de pista sem ao menos olhar ou observar antes de fazer a maldita manobra.
Resultado: o homem locomotiva conseguiu desviar, graças a Deus, mas, o Luquinhas deu uma raspada no mané que foi o suficiente para se esborrachar no chão e eu, que vinha logo atras do Lucas, bati com a roda dianteira da minha bike na roda traseira da bike dele e lá foi o Sérgio, feito um saco de batas de 78 Kg para o chão também.
Ao me levantar, comecei a somar o prejuizo não material. O ombro, a região do omoplata, a região da nádega direita, o cotovelo direito e a região do ossinho lateral do calcanhar direito esfolados, assados e esmerilhados no asfalto novo da ciclovia. Mas o mais preocupante foi o joelho direito! A pancada no chão foi muito forte e provocou um grande edema na altura da patela. Pensei! Lá se foi o IRONMAN Brasil 2012 "pro saco". Frio na barriga, preocupação, angustia e desespero foram emoções que rapidamente tomaram conta de mim durante alguns segundos, talvez minutos.
Os carros pararam, a guarda municipal logo se posicionou no local do acidente, pois uma viatura, eu acho, estava vindo logo atras de nós e o resto do pelotão da IRONMIND também chegou. Daí foi aquela loucura toda! Quem caiu? Quem se machucou? Pega água? Lava o ferimento? Tudo bem? Quem provocou o acidente? Aliás, o zé mané que provocou tudo isso nem parou para nos prestar auxílio, vazou com tudo.
Raça a grande preocupação mesmo era com o joelho direito, inchou na hora e muito.
Bom, dei uma olhada na bike, um arranhão aqui outro acolá, o câmbio com a pancada desrregulou e a bermuda nova de ciclismo com dois furos na altura do quadril, lado direito. Falando nisso, se não fosse a bermuda nova de R$ 250,00, acho que a coisa ficaria mais feia em função da esmerilhada no asfalto.
O Lucas também saiu com algumas partes do corpo raladas, mas o susto mesmo, pelo menos pra mim, foi que na queda ele escorregou pelo asfalto em direção a pista de rolamento da SC 401. Graças a mão de Deus não aconteceu nada mais grave, mas confesso que pensei no pior.
Subimos nas bicicletas, terminamos o treino e agora estou aqui em casa com o sentimento de ter levado uma surra. Mas está tudo bem comigo raça, só observando a pancada no joelho e trando-o com gelo, pois ainda está bem inchado.
Espero acordar melhor amanhã, mas tenho dúvidas se conseguirei fazer o longo da bike de 150 K.
Raça fiquem com Deus e me incluam em suas orações para que eu melhore rápido.

TFA

Sérgio Luiz Lopes

sexta-feira, 16 de março de 2012

Longo de corrida de 24 K em condições meteorológicas perfeitas

Seis horas da manhã, temperatura ambiente em 19ºC, céu claro, dia amanhecendo e uma brisa leve do quadrante sul soprando moderadamente. Simplesmente perfeito!
Iniciei a corrida com um "pace" de 5:14 min./Km passando para 4:55 min./Km, 4:40 min./Km e 4:50 min./Km, respectivamente, quando percebi que já estava no início da ciclovia da beriamar norte, no trevo da dona Benta.
Respiração sincronizada, ar fresco, as pernas e o batimento cardíaco respondendo bem ao esforço do exercício e no final do 5º Km o GPS estava assinalando um "pace" de 4:34 min./Km com 142 bpm. Excelente! Pensei.
Durante o trajeto feito na beiramar norte, 16 K, o "pace" oscilou entre 4:38 min./Km  a 4:25 min./Km e no ultimo Km do circuito plano o batimento registrado pelo monitor cardíaco foi de 151 bpm, meio da zona 3. Boas informações para um atleta com as minhas características de condicionamento físico.
Os ultmos quatro quilômetros foram realizados com tempos de 4:45 min./Km, 4:40 min./Km, 4:48 min./Km e 4:44 min./Km, respectivamente.
No final dos 24 K percorridos os dados históricos resgistrados pelo monitor/GPS foram: tempo total do treino = 1:50:58 horas, média de 4:37 min./Km, custo energético de 1063 Cal e a média do batimento cardíaco foi de 145 bpm.
Fiquei muito feliz com o sucesso do treino longo de hoje, com os resultados obtidos e o de que o meu emocional amanheceu muitíssimo bem, apesar da semana agitada do ponto de vista profissional.
Exorcizada a corrida de hoje, agora é recuperar para realizar o treino de transição amanhã em Jurerê, 3000 m de natação e 50 K de bike.
Que venha a 1/2 maratona de Floripa no próximo dia 25/03 - domingo e convido a todos os leitores a prestigiarem o evento e torcerem pelos atletas da IRONMIND.
Raça o relato de hoje é esse! Rumo ao IRONMAN 2012 e fiquem com Deus.

TFA

Sergio Luiz Lopes.:

sábado, 10 de março de 2012

Longo de corrida perfeito as 6:00 da manhã.

Levantei as 5:15 horas, olhei pela porta da sacada e o céu estava claro, temperatura ambiente na casa dos 22ºC e soprava uma brisa leve do quadrante sul. Ótimas condições para um treino de corrida logo no início da manhã.
Iniciei a corrida pontualmente as 6:00 horas com um rítmo moderado, 5:30 min./Km, visando aquecer as pernocas e ajustar a respiração.
Os próximos 3 quilômetros foram feitos em 5:02, 4:37 e 4:42 minutos, respectivamente, e no 5º quilômetro consegui encaixar o pace desejado de 4:30 min./Km e permaneci com esse rítmo até o 14º K quando resolvi colocar mais pressão no rítmo. Fiz o 15º e o 16º "paces" na casa dos 4:15 min./Km, excelente!
Logo depois do "sprint" e faltando 2K para finalizar o treino, reduzi o rítmo e terminei com um pace de 5min./Km, totalizando os 18 quilômetros registrados na planilha e percorridos com um tempo de  1:23:30 que nos dá uma média de 4:38/Km, exatamente como o Chefe Roberto Lemos havia me pedido.
Ótimo treino, corrida começando a encaixar o rítmo desejado para o IRON e a cabeça funcionando ótimamente bem, muitíssimo diferente do treino de corrida da sexta-feira retrasada, lembram? Sofri com o calor pra caramba e terminei o treino pedindo pinico.

Valeu Raça, tá registrado mais um apontamento do andamento dos treinos.

Até a próxima.

TFA

Sergio Luiz Lopes,:

sábado, 3 de março de 2012

Peso nas pernas, calor e dor de cabeça no treino longo de corrida na ultima sexta-feira.

Talvez por ter feito um treino mais intenso de bike e natação no dia anterior as coisas não sairam tão bem no ultimo treino longo de corrida.
A planilha do chefe Roberto Lemos registrava 22 K para o longo da semana e por volta das 8:00 horas da manhã saí de casa para realizá-lo.
As condições meteorológicas náquela manhã caracterizavam uma temperatura ambiente de 25ºC, céu claro, sol bombando já no início do dia e uma brisa de vento sul moderada.
Saí do Itacorubí correndo, passei pelo Córrego Grande com o objetivo de chegar ao Km 0 da ciclovia que dá acesso à Beiramar Norte. Quando cheguei no início da ciclovia o GPS já estava registrando 5 K percorridos, batimento cardíaco normal para o esforço do exercício e um peso nas pernas incrivel. Pensei: "já era pra eu estar mais confortável na corrida", coisa que não aconteceu. O treino só começou a ficar melhor a partir do 8 K quando consegui encaixar um "pace" de 4:38min./Km e assim foi até o 12º kilômetro. Depois disso voltei a sentir novamente um certo desconforto na corrida e o batimento começou a subir em fumção do calor que já estava na casa dos 29ºC.
Com o sol fritando a cabeça, as pernas pesadas em função da intensidade do treino do dia anterior a corrida passou a ficar mais sofrida a partir do 17º kilômetro e ainda faltavam 5 kilômetros para finalizar o treino.
Raça é aí que a cabeça faz diferença! Percebi que os impulsos negativos enviados pelo meu "ID" deveriam ser combatidos por palavras de auto-motivação, então comecei a repetir mentalmente as seguintes palavras: eu posso, eu quero e eu vou conseguir. Aliás, eu sempre utilizo essa técnica quando eu me encontro em dificuldades nos treinos e provas que realizo.
Não é que deu certo mais uma vez! hehehe
Apesar do forte calor, da dor-de-cabeça que já estava iniciando e do peso nas pernas do treino do dia anterior, consegui finalizar o treino de corrida de 22 K com o tempo de 1:47:28, custo energético de 1077 calorias, "pace" médio de 4:53min./Km e feliz da vida por ter utilizado a técnica de auto-motivação com eficiência.
Foi um dos melhores treinos, emocionalmente falando, que realizei até o momento.
Valeu raça e até a próxima.

TFA

Sérgio Luiz Lopes.:

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Treino longo de bike, 140 K, entre Floripa e Itapema.

Domingo, 26/02/2012, primeiro longo de bike na BR 101.
As 5:00 horas levantei da cama com o despertador botando pra quebrar!
Levantei e fui direto para a sacada dar uma olhada no tempo, pois na noite anterior havia caido uma chuvarada. O céu, no sentido sudoeste, estava bem carregado de nuvens de chuvas, as chamadas cumulus nimbus, contudo, preparei a suplementação, a hidratação e a alimentação para o treino. Coloquei tudo na mochila, peguei a bike e fui para a casa do Pina.
Quando cheguei nas próximidades da ponta do coral recebi uma messagem do Pina me perguntando sobre a condição do tempo na Ilha.
Imeditamente liguei para ele e fizemos uma "conference call" com o Alexandre.
Relatei sobre as condições atuais na Ilha, sem chuva, porém, um rebojo medonho e fiz uma observação sobre a abertura do tempo no sentido norte.
O Alexandre, que é empresário, havia ficado até as 2:30 horas da madruga trabalhando e resolveu pedalar mais tarde. Eu e o Pina resolvemos encarar a BR 101 no sentido norte, apostando na melhora do tempo.
Cheguei na casa do Pina por volta das 6:30 horas, horário combinado, logo após chegou o Varela e na sequência o Rafa Pina.
Saimos em direção da BR 101 para encontrar o Luiz Panda e chegando no lugar combinado o Guerreiro já estava pronto para o pedal.
Assim que começamos a pedalar, encontramos um grupo de ciclistas e seguimos até o posto da PRF de Biguaçu, quando pssssssssssssss, lá se foi o primeiro pneu do dia na bike do Varela. Paramos imediatamente para o reparo e na sequência seguimos com o treino. Os ciclistas? Nem sinal! Vazaram com tudo.
Após passarmos por Biguaçu o tempo começou a melhorar e uma leve brisa de nordeste soprando sem parar. Focamos no treino e socamos a bota até Itapema, hora o Rafa puxava o pelotão, hora o Panda e hora eu. O Varela ficou na moita e pegou mais a roda, o que também vale, haja vista que era o primeiro longo dele. Mas um grande parceiro!
Ao chegarmos em Itapema, abastecemos as caramanholas e os aerodrink das bikes com água, tomamos uma coca-cola litrão em 4 cabeças e socamos a bota em direção em Floripa, dessa vez com o vento de nordeste soprando pelas costa, "LESPO" como diria um velho amigo.
As bikes começaram a voar no asfalto e a velocidade, em muitas vezes, chogou a casa dos 40Km/h.
Quando chegamos em Barreiros, São José, adivinha o que aconteceu novamente? Raça, lá se foi o segundo pneu do Varela, que já estava com os olhos que pareciam dois pires. Trocamos a câmera novamente, sentamos a bunda no selim e vazamos para o fim do treino.
Quando cheguei na casa do Pina o GPS marcava exatos 143,45 K.
Feito, o treino havia chegado ao final, pois a planilha pedia 140 K.
Feliz da vida e me sentindo bem, graças a Deus, fui direto para o chuveiro da piscina do prédio onde o Pina mora e fiquei de molho por uns 15 minutos, recebendo água fria e recuperando um pouco as energias para ir pra casa almoçar.
Quem diria ein? De um dia que parecia não valer a pena, conseguimos realizar um treino longo e eficiente em um trecho que é considerado um dos mais belos do litoral catarinense, D+.
Tem uma máxima que diz o seguinta: o perssimista diz que não vale a pena pedalar com chuva, o otimista diz que o tempo vai mudar e o triatleta vai pro clip da bike, pois não tem tempo ruim.
Valeu raça e até a próxima.

TFA

Sergio Luiz Lopes

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Jack3d - O que não vem escrito no rótulo, por Diego Zanon.

A enorme quan­ti­dade de pro­du­tos mági­cos ofe­re­ci­dos pela indús­tria de suple­men­ta­ção nos deixa real­mente ator­do­a­dos e sem saber como jul­gar qual o melhor, se real­mente fun­ci­ona e quais são os ris­cos. Por isso vou escre­ver um post sobre esse pro­duto especificamente.


Quando pen­sa­mos em suple­men­ta­ção, sem­pre temos que lem­brar de ali­men­ta­ção. Os suple­men­tos nada mais são do que com­pos­tos iso­la­dos de deter­mi­na­das subs­tân­cias pre­sen­tes nos ali­men­tos ou no nosso organismo. E por isso, uma aná­lise cri­te­ri­osa de cada com­po­nente do suple­mento deve ser feita antes de ser con­su­mido. Basi­ca­mente, deve­mos ana­li­sar o que é e para que serve cada item e seus efei­tos colaterais.
O Jack3d é ven­dido como um super suple­mento pré-treino, que irá te fazer ficar mais focado, levan­tar mais peso e te dar ener­gia dura­doura para trei­nos intensos!
Para con­fir­mar isso e res­pon­der as per­gun­tas que me fazem, bus­quei estu­dos com dados cien­tí­fi­cos sobre o Jack3d. Entretanto, em minhas pes­qui­sas não encon­trei expe­ri­men­tos com esse suple­mento. O que fiz então foi pro­cu­rar sua com­po­si­ção deta­lhada para analizá-la separadamente.
A com­po­si­ção do Jack3d é divida em 2 complexos.
COMPLEXO I: Y-RD™ (153,33 mg)
THEOPHYLLINE (TEOFILINA)
É tam­bém conhe­cida como dime­til­xan­tina. É uma droga usada no tra­ta­mento de doen­ças res­pi­ra­tó­rias como asma, doença pul­mo­nar obs­tru­tiva crô­nica (DPOC), tem efei­tos esti­mu­lan­tes por pos­suir forma estru­tu­ral seme­lhante a da cafeína. Con­tudo, por causa dos seus efei­tos cola­te­rais agora é rara­mente uti­li­zada clinicamente.
A teo­fi­lina é natu­ral­mente encon­trada na maior parte dos chás, só que em meno­res quantidades.

Suas prin­ci­pais ações são:
· dila­tar os brôn­quios no pulmão;
· aumen­tar a força de con­tra­ção do coração;
· aumen­tar a frequên­cia (ritmo) de con­tra­ções do coração;
· aumen­tar a pres­são arterial;
· aumen­tar o fluxo san­guí­neo nos rins;
· efeito esti­mu­lante no sis­tema ner­voso cen­tral (SNC), prin­ci­pal­mente na parte res­pon­sá­vel pelo con­trole da respiração

Alguns pos­sí­veis efei­tos cola­te­rias da Teofilina:

· diar­réia;
· náu­sea;
· aumento da frequên­cia cardíaca;
· cefa­léia;
· insô­nia;
· irri­ta­bi­li­dade;
· ton­tu­ras;
· ver­tin­gens.

DIMETHYLAMYLAMINE
A Dimethy­lamy­la­mine ou Methy­lhe­xa­ne­a­mine, é um com­po­nente do óleo da flor de Gerâ­nio e por isso é ven­dida pela indús­trias de suple­men­ta­ção como ali­mento dietético.
Quando iso­lada em labo­ra­tó­rio, nor­mal­mente é uti­li­zada como des­con­ges­ti­o­nante nasal, por via oral ou nasal, por causa do seu efeito vasoconstritor.
Entre­tanto, essa droga não é apro­vada pela Food and Drug Admi­nis­tra­tion (FDA), nos EUA, pela falta de estu­dos con­clu­si­vos sobre sua dose segura e pelos efei­tos esti­mu­lan­tes sobre o SNC seme­lhan­tes ao das anfe­ta­mi­nas e efe­drina, o que pode oca­si­o­nar dependência.
Na Nova Zelân­dia fre­quen­ta­do­res de fes­tas notur­nas con­su­miam com­pri­mi­dos esti­mu­lan­tes que tinham como ingre­di­ente ativo a Dimethy­lamy­la­mine.

Alguns efei­tos adver­sos sérios foram relatados, são eles:
· dores de cabeça;
· náu­seas;
· aci­dente vas­cu­lar cere­bral (AVC)

Em virtude disso, desde 2008 essa subs­tân­cia pas­sou a ser con­si­de­rada ile­gal na Nova Zelândia.
No meio espor­tivo, já foram encon­tra­dos vários casos de doping por uti­li­za­ção da Dimethylamylamine.
Em 2009 cinco atle­tas jamai­ca­nos foram pegos no exame pelo Comitê Jamai­cano de Anti-Doping, pelo uso dessa droga como estimulante.
Durante os Jogos da Com­monwe­alth neste ano, o atleta nige­ri­ano Damola Osayemi per­deu sua meda­lha de ouro nos 100m, após ser detec­tada a subs­tân­cia Dimethy­lamy­la­mine durante os tes­tes de drogas. Em seguida, o teste de outro atleta nige­ri­ano, Samuel Okon, que ter­mi­nou em sexto nos 110m com bar­rei­ras, tam­bém deu posi­tivo para a droga.
Ainda em 2010, em outu­bro, dois ciclis­tas Portugueses, foram pegos no dop­ping durante o Cam­pe­o­nato Naci­o­nal Por­tu­guês no final de junho. O Aus­tra­lian Sports Anti-doping Autho­rity sus­pen­deu nove atle­tas aus­tra­li­a­nos da Liga de Fute­bol Aus­tra­li­ano e Liga Naci­o­nal de Rugby tam­bém em outubro.
Em novem­bro foi a vez da África do Sul encon­trar a subs­tân­cia em dois joga­do­res de Rugby na turnê anual de Rugby do Hemis­fé­rio Norte, os joga­do­res foram sus­pen­sos e ime­di­a­ta­mente man­da­dos de volta casa, ape­sar de terem ale­gado que con­su­mi­ram a subs­tân­cia invo­lun­ta­ri­a­mente, sob a forma de medi­ca­ção para os sin­to­mas da gripe.
Por esses fatos, a par­tir de 2010, a World Anti-Doping Agency incluiu a Dimethy­lamy­la­mine na lista de subs­tân­cias ilegais.

DIBENZO

Essa subs­tân­cia é da famí­lia das Ben­zo­di­a­ze­pi­nas, que são um grupo de medi­ca­men­tos uti­li­za­dos para tra­ta­mento de ansi­e­dade, amné­sia ante­ró­grada ou como seda­ti­vos, hip­nó­ti­cos, rela­xante mus­cu­lar e ainda anti­con­vul­si­o­nante. Ela tem uma grande capa­ci­dade de depri­mir o SNC, ou seja, dimi­nuir a ati­vi­dade cerebral.

Alguns efei­tos adver­sos do seu uso:

· Seda­ção;
· Eufo­ria;
· Amné­sia;
· Indi­fe­rença e má ava­li­a­ção do perigo;
· Exa­cer­bar muito os efei­tos do álcool;
· Con­fu­são mental;
· Hipo­ter­mia (dimi­nui­ção da tem­pe­ra­tura corporal);
· Depen­dên­cia;
· Aumento da hos­ti­li­dade (agressividade);
· Ata­xia (falta de coor­de­na­ção nos movimentos);
· Ane­mia;
· Alu­ci­na­ções.

Nome de alguns tipos de benzodiazepínicos:

· Dia­ze­pam ou Valium;
· Lora­ze­pam;
· Clo­na­ze­pam ou Rivotril;
· Bro­ma­ze­pam ou Lexotan.

SCHIZANDROL A

O Schi­zan­drol A pos­sui a seguinte com­bi­na­ção: 2, 3, 4, 1, 2, 3-hexamethoxy-6,7-dimetil-1, 2,3,4-dibenzo-1,3-cyclooctadien-6-Ol e junto com o Dibenzo, atuam no fun­ci­o­na­mento cere­bral ini­bindo o SNC.

Ele pro­voca o aumento nas con­cen­tra­ções de dopa­mina e sero­to­nina no cére­bro, levando a um aumento na sen­sa­ção de pra­zer e bem estar, por isso, tam­bém pode ser uti­li­zado no tra­ta­mento de trans­tor­nos de comportamento, ansiedade e depres­são. Entre­tanto, exis­tem pou­cas pes­qui­sas com a sua uti­li­za­ção em huma­nos, somente em roedores.

COMPLEXO II: ATP-Carnosina-Vaso Com­plex™ (3500,00 mg)

CREATINA MONOHIDRATADA

A cre­a­tina é um com­posto encon­trado nos mús­cu­los na de forma de Cre­a­tina Fos­fato (CP), pois em sua estru­tura quí­mica existe uma molé­cula de fós­foro adicionada.

Como suple­mento, é uti­li­zada nor­mal­mente em moda­li­da­des espor­ti­vas que exi­gem uma grande pro­du­ção de força, e de maneira rápida. Nos ali­men­tos é encon­trada em mai­o­res quan­ti­da­des nas car­nes em geral.

BETA ALANINA

É um ami­noá­cido não essen­cial pre­sente no nosso orga­nismo, que tem par­ti­ci­pa­ção em todas as vias energéticas: carboidratos, pro­teí­nas e gor­du­ras. Ela atua no reco­nhe­ci­mento dos nutri­en­tes que serão utli­za­dos pela célula, na regu­la­ção da ati­vi­dade de cer­tos tipos de enzi­mas, no meta­bo­lismo do Trip­to­fano (ami­noá­cido for­ma­dor de Sero­to­nina) e tam­bém auxi­lia no aumento da sín­tese pro­teíca (for­ma­ção de novas proteínas).

ARGININA

É tam­bém um ami­noá­cido pre­sente no nosso orga­nismo, porém essencial.

A argi­nina é o pre­cur­sor ime­di­ato do Óxido Nítrico e esse por sua vez pro­move rela­xa­mento dos vasos san­guí­neos, dimi­nuindo a pres­são arte­rial. Tam­bém é impor­tante para pro­du­ção de cre­a­tina e tem papel fun­da­men­tal na divi­são celu­lar (mitose e mei­ose), na cica­tri­za­ção de feri­das, na remo­ção de amô­nia do corpo, no sis­tema imu­no­ló­gico e na pro­du­ção de alguns hormônios.

ALFA-CETOGLUTARATO

Conhe­cido tam­bém como Ácido Alfa-Cetoglutarato tem par­ti­ci­pa­ção na for­ma­ção de ener­gia celu­lar sendo uma peça chave no Ciclo de Krebs (ciclo for­ma­dor de ener­gia den­tro das célu­las). Além de regu­lar a pro­du­ção de ener­gia, outra fun­ção impor­tante desse ácido é a for­ma­ção de ácido glu­tâ­mico ou Glu­ta­mina, ami­noá­cido essen­cial para con­tro­lar a repa­ra­ção de teci­dos no corpo (pele, mús­cu­los e outros) e man­ter o sis­tema imunológico.

OUTROS INGREDIENTES

ÁCIDO CÍTRICO

O ácido cítrico é um anti­o­xi­dante encon­trado na mai­o­ria das fru­tas, sobre­tudo nas mais cítri­cas, limão, laranja, acerola.

Sua fun­ção é aju­dar a remo­ver os átomos de oxi­gê­nio que “sobram” no nosso corpo, retar­dando o pro­cesso de envelhecimento.

SUCRALOSE

É um ado­çante deri­vado do açú­car, bas­tante uti­li­zado em bebi­das de baixa quan­ti­dade calórica.

ACESULFAME-K

Ado­çante die­té­tico bas­tante uti­li­zado em doces, bebi­das e chi­cle­tes. Ele não é meta­bo­li­zado pelo orga­nismo humano, sendo eli­mi­nado com a mesma forma em que foi ingerido.

IMPORTANTE!

Todas as subs­tân­cias des­cri­tas no COMPLEXO I atuam no fun­ci­o­na­mento do Sis­tema Ner­voso Cen­tral e podem cau­sar dependência.


OPINIÃO PROFISSIONAL

Infe­liz­mente, na indús­tria da suple­men­ta­ção exis­tem pou­cos estu­dos com­pro­vando a efi­cá­cia de alguns pro­du­tos e estes, aca­bam sendo con­su­mi­dos de maneira equi­vo­cada pelas pes­soas. O mais impor­tante quando se trata de efi­ci­ên­cia e segu­rança é SEMPRE pro­cu­rar ori­en­ta­ção de pro­fis­si­o­nais sérios e qua­li­fi­ca­dos para enten­der qual a real neces­si­dade da suple­men­ta­ção, qual tipo de pro­duto e qual a dosa­gem mais ade­quada para você.

Quanto ao Jack3d, sou total­mente CONTRA o seu con­sumo, não indico, não com­pro e não reco­mendo. Haja visto, os com­po­nen­tes uti­li­za­dos em sua fabri­ca­ção, apoi­ado pela falta de regis­tro na Food and Drugs Admi­nis­tra­tion (FDA) nos EUA e tam­bém na Agên­cia de Vigi­lân­cia Sani­tá­ria (ANVISA) no Brasil.



Lembre-se sem­pre:

Não existe nada fácil.

Se for muito fácil desconfie!

Por­que tal­vez não esteja correto.

Diego Zanon

Pós-graduado em Fisi­o­lo­gia do Exer­cí­cio, cer­ti­fi­cado pelo Con­se­lho Naci­o­nal de Edu­ca­ção Física (CONFEF) regis­trado sob o n° 3013-G/ES, com expe­ri­ên­cia nas áreas de Trei­na­mento Per­so­na­li­zado, Ges­tão em Aca­de­mias e Trei­na­mento Funcional.

sábado, 19 de novembro de 2011

TRAVESSIA DE NATAÇÃO INÉDITA DA ILHA DE FLORIANÓPOLIS PARA O CONTINENTE - Ponta da Caicanga-açu até a Ponta do Pisca-Pisca

Calmaria de vento sul, fase da lua no quarto minguante, temperatura ambiente na casa dos 20ºC e temperatura da água também próxima dos 20ºC. Tudo isso observado as 7:00 horas da manhã na ponta da Caicanga-açu, Ribeirão da Ilha, Florianópolis.
O bote inflável já estava na água quando colocamos para dentro dele tudo o que nós precisaríamos para fazer a travessia. Suplementação, água, máquina fotográfica entre outras coisas faziam parte da nossa bagagem.
Tudo preparado, partimos de bote da praia para o ponto de início da travessia, a ponta da Caiacanga-açu. Lugar exuberante, coberto por vegetação rasteira e arbórea da mata atlântica situado nas proximidades da Caeira da Barra do Sul, no Ribeirão da Ilha.
Na direção oeste tinhamos uma visão privilegiada das montanhas do parque da Serra do Tabuleiro, como pano de fundo, da praia do Pontal e da enseada do Brito, ambas no continente, nas proximidades do morro dos cavalos.
O mar era de almirante, uma calmaria absoluta e as marolas não existiam.
Por volta das 7:40 horas iniciei a travessia juntamente com o meu parceiro de treino Pedro Falk e o apoio do meu querido irmão de sangue Rodrigo Lopes.
Iniciamos com um ritmo moderado, mas logo após aproximadamente 10 minutos de aquecimento o Pedrão impôs um rítmo mais forte e permanecemos nele até os 2500 metros. Já haviámos percorrido mais da metade da travessia quando resolvi acelerar mais ainda as braçadas e permanecemos nesse rítmo agressivo até o final do percursso.
Quando chegamos na ponta do Pisca-Pisca o receptor GPS registrava 3700 metros com um tempo de 1:05 horas.
Foi outro grande dia de treinamento em um lugar especial, o qual apresenta uma condição cênica ambiental invejavel. A experência que tivemos juntos, eu, o Pedro e o Rodrigo, foi, sem dúvida nenhuma, impar e no final, depois de termos completado os 3700 metros, nos abraçamos para comemorar uma travessia que vai marcar a história da natação em Florianópolis, pois não tenho informações que outro atleta tenha realizado tal façanha anteriormente.
Quero deixar registrado um agradecimento todo especial ao meu parceiro de treino Pedro Falk pela coragem e determinação, ao tempo que também registro o companherismo e a dadicação do mano Rodrigo Lopes em nos acompanhar prestando o sue apoio.

Valeu Raça e até a próxima.

Sergio Luiz Lopes .: