Cheguei na Lagoa da Conceição, no final da avenida das Rendeiras, por volta das 15:30 horas. Céu nublado com chuviscos isolados, temperatura ambiente em 17ºC e temperatura da água na casa dos 15ºC, o vento soprava do quadrante nordeste de moderado a forte e provocava muitas marolas.
Coloquei a roupa, a toca e o meu óculos de natação e fui pra água.
Resolvi fazer um treino com rítimo moderado, alongando bem a braçada e com atenção especial na técnica.
Nadei 20 minutos contra as marolas de nordeste e consegui percorrer aproximadamente 1 Km.
Bom treino, considerando que eu estava nadando contra o vento.
A volta foi relativamente tranquila, vento a favor, rítimo moderado a forte, este mais no final do treino e ao chegar na praia o GPS registrava 2,23Km de percurso e 40 minutos de tempo total.
A Lagoa da Conceição também tem o seu encanto nos dias nublados e chovosos é só superar a sabotagem inicial e cair na água, o resto é por conta da vontade de remar até o final do treino.
Sérgio Luiz Lopes.:
Informações sobre os meus treinos, provas, aventuras esportivas, aventuras radicais e histórias de coragem e superação.
MINHA MAIOR VITÓRIA
Gui e Biel minha maior VITÓRIA e motivação para o dia-a-dia
MOTIVAÇÃO NA BIKE
Preciso sempre estar motivado para executar os meus treinos de bike. Fixei as fotos dos meus filhos no clip da bike, assim estou sempre com as crianças perto de mim. Foi uma idéia fantástica e que ajuda muito no processo de auto-motivação.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
TEORIA HUMANISTA DE CARL ROGERS, PARA UM MUNDO MELHOR
UMA ABORDAGEM CENTRADA NA PESSOA - ACP
CONGRUÊNCIA - autenticidade ou sinceridade;
OUVIR ATIVAMENTE - compreensão empática;
ACEITAÇÃO INCONDICIONAL - a aceitação, o interesse ou a consideração;
Carl Ransom Rogers (8 de janeiro de 1902, Oak Park, Illinois, EUA - 4 de fevereiro de 1987, La Jolla, Califórnia, EUA), Psicólogo norte-americano que foi o primeiro a gravar sessões psicoterapêuticas, com as devidas permissões, tornando possível o estudo objetivo de um processo eminente subjetivo. Em consequência, foram feitas algumas constatações até então impensadas, como a de que o motivo da melhora dos clientes ocorria independente do motivo pelo qual os terapeutas acreditava em que os estavam beneficiando. Comparando-se análises feitas por observadores neutros, verificou-se que elas coincidiam mais com as dos próprios clientes que com a dos psicoterapeutas, ou seja, os primeiros é que percebiam melhor o que realmente os ajudava e o quanto estavam sendo compreendidos ou não por quem os atendia. Sua dedicação à construção de um método científico na psicologia foi reconhecido por prêmio da Associação Americana de Psicologia, da qual também foi eleito presidente, em 1958. Seus métodos científicos estão descritos em livros traduzidos no Brasil como "A Pessoa como Centro" e "Um jeito de ser". “Subvertendo” a “relação de poder” terapeuta-cliente (decorrente do pressuposto, até então, de que psicólogos e psiquiatras é que detinham o conhecimento da subjetividade de seus pacientes)seu trabalho "suberteu" também outras áreas, o que só se tornou visível para o próprio Rogers após décadas de atividades, como relatou em uma de suas últimas e melhores obras, “Sobre o Poder Pessoal” – livro em que traça, por exemplo, um paralelo entre suas descobertas e as de Paulo Freire e de sua “pedagogia do oprimido”. Fruto de suas pesquisas, sistematizou o método da “Terapia centrada no cliente” que depois evoluiu para a “Abordagem centrada na pessoa”(ACP), mas ele próprio afirma que seu objetivo nunca fora criar um sistema próprio de psicoterapia e sim estudar os critérios necessários para a evolução da psicoterapia científica como um todo. É considerado um precursor da psicologia humanista e criador da linha teórica conhecida como Abordagem Centrada na Pessoa (ACP).[1]
Introdução
Ao contrário de outros estudiosos cuja atenção se concentrava na idéia de que todo ser humano possuía uma neurose básica, Rogers concluiu com suas pesquisas que essa visão não era exata, passando a defender que, na verdade, o núcleo básico da personalidade humana era tendente à saúde, ao bem-estar. Tal conclusão sobreveio a um processo meticuloso de investigação científica levado a cabo por ele, ao longo de sua atuação profissional.
Carl Rogers ficou famoso por desenvolver um método psicoterapêutico centrado no próprio paciente. O terapeuta tem que desenvolver uma relação de confiança com o paciente para poder fazer com que ele encontre sozinho sua própria cura.
Esse psicólogo marcou não só a Psicologia Clínica, como também, a Psicoterapia, Administração – de empresas e de escolas etc. - o Aconselhamento Psicológico, Aconselhamento Pastoral, a Educação e Pedagogia, a Psicopedagogia, Orientação Educacional, assim como a Literatura, o Cinema e as Artes, de modo explícito ou implícito, consciente ou não conscientemente.
Foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz em 18 de janeiro de 1987.[2]
Realizou-se doze filmes sobre o seu trabalho, deixando um elevado número de documentos sonoros e audiovisuais, que (des)velam seus modos de ser sendo psicólogo (psicoterapeuta).
Publicou 16 livros, dentre os quais se destacam: "Tornar-se Pessoa", "Um Jeito de Ser", "Terapia Centrada no Cliente" e "Liberdade de aprender em nossa época".
Principais Idéias
A partir dessa concepção primária, o processo psicoterapêutico consiste em um trabalho de cooperação entre psicólogo e cliente, cujo objetivo é a liberação desse potencial de crescimento, tendo como resultado a pessoa aberta à experiência,vivendo de maneira existencial,tornando-se ele mesmo.
Há três condições básicas e simultâneas defendidas por Rogers como facilitadoras,no relacionamento entre psicoterapeuta e cliente, para que ocorra a atualização desse núcleo essencialmente positivo existente em cada um de nós. São elas: a consideração positiva incondicional; a empatia e a congruência.
Em linhas gerais, ter consideração positiva incondicional é receber a aceitar a pessoa como ela é e expressar uma consideração positiva por ela, simplesmente por que ela existe, não sendo necessário que faça ou seja isto ou aquilo,portanto,aceitá-la incondicionalmente; a empatia, por sua vez, consiste na capacidade de se colocar no lugar do outro, ver o mundo através dos olhos dele e procurar sentir como ele sente;e a congruência, a coerência interna do próprio terapeuta.
O interessante na abordagem rogeriana é que a aplicação do seu método em psicoterapia, passa por um processo de amadurecimento do próprio psicoterapeuta, já que ele não pode simplesmente apropriar-se de uma "técnica", mas que lhe seja próprio e natural agir conforme as condições desenhadas por Rogers. Percebe-se então, por exemplo, que a expressão de uma afetividade incondicional só ocorre devidamente se brotar com sinceridade do psicólogo; não há como simular tal afetividade. O mesmo ocorre com a empatia e com a congruência. Por isso se diz que não existe uma "técnica rogeriana", mas sim psicólogos cuja conduta pessoal e profissional mais se aproximam da perspectiva de Carl Rogers.
Outro ponto a considerar é que após longos estudos, Rogers chegou à conclusão de que as três condições são eficazes como instrumento de aperfeiçoamento da condição humana em qualquer tipo de relacionamento, tais como: na educação entre professor e aluno, no trabalho, na família,nas relações interpessoais em geral.
Abordagem Centrada na Pessoa
Há muitos nomes para, o que hoje, aqui estamos a denominar de Abordagem Centrada na Pessoa (ACP). Há psicólogos ou orientadores educacionais, ou mesmo professores que "falam" em Orientação Não Diretiva, ou em Psicoterapia Humanista-Existencial (Corey), de Terapia Centrada no Cliente, de Pedagogia Centrada no Aluno, ou Abordagem Experiencial, de Grupos de Encontro, de Gestão Humana Existencial de Recursos Humanos ou de Gestão Humanista Existencial de Empresas, de Mediação de Conflitos Sociais pela ACP, Políticos ou Raciais Centrados na Pessoa etc.
Enfim, a sua ação ao longo deste século, foi de um contínuo empenho no caminho da liberdade e da libertação das forças interiores (Self) do ser humano, na sua capacidade de enfrentar a si e o outro, no mundo mesmo, e sua tendência a uma atitude de respeito e ao crescimento.
Essas forças internas do ser humano se mostram nos seus modos de ser – ser sendo no mundo - sempre alguém aberto ao desenvolvimento e aprendizagem positivos, tendo dentro de si algo que o impulsiona: a Tendência Atualizante, modos de auto-atualização de suas potencialidades, de fazer, sentir, agir seu próprio florescimento.
Rogers fez severas oposições aos conceitos deterministas de ser humano, buscando fundamentar-se nas Filosofias Humanistas Existenciais e utilizando-se do método fenomenológico de pesquisa. Para Roger, cada pessoa possui em si mesmo as respostas para as suas inquietações e a habilidade necessária para resolver os seus problemas. Por isso, o sentimento de pena e o determinismo seriam maneiras de negar a capacidade de realização de cada indivíduo.[1]
Torna-se Pessoa
Rogers se opôs à teoria de B.F.Skinner de que a personalidade do homem seria moldada pelo meio por meio de condicionamentos operantes. Para Rogers todos os homens são bons na sua essência, e que todo o aprendizado deveria ser organizado no sentido do indivíduo para o meio, e não o contrário[3]. Neste sentido, ele nos diz:
Influência no Brasil
Acusado de "romântico" durante a ditadura militar no Brasil, Rogers chegou a acreditar que a democracia brasileira seria viável caso os governos militares - instalados no poder nacional de então - se submetessem aos Grupos de Encontro e à Psicoterapia. Esse pensamento obviamente impunha, no mínimo, aos psicólogos brasileiros, da época, uma questão ética: Tratar ou não daqueles que eram torturadores?
Rogers expôs suas práticas em inúmeras gravações, tendo também se apresentando num programa de televisão sob o comando de Júlio Lerner,na TV Cultura (8 de março de 1977). Nessa ocasião,foi realizado no estúdio, em tempo real, um Grupo de Encontro com a participação de voluntários, incluindo os próprios funcionários da TV, facilitado por Maria Bowen ,que foi posteriormente comentado por Bowen, John Wood , Raquel Rosemberg e o próprio Rogers.
O CVV (Centro de Valorização da Vida) segue a idéia de conduta em seu atendimento estilo Rogers, onde os volutários atendentes acreditam na tendência atualizante da pessoa sendo atendida.
fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Carl_Rogers
Sérgio Luiz Lopes.:
CONGRUÊNCIA - autenticidade ou sinceridade;
OUVIR ATIVAMENTE - compreensão empática;
ACEITAÇÃO INCONDICIONAL - a aceitação, o interesse ou a consideração;
Carl Ransom Rogers (8 de janeiro de 1902, Oak Park, Illinois, EUA - 4 de fevereiro de 1987, La Jolla, Califórnia, EUA), Psicólogo norte-americano que foi o primeiro a gravar sessões psicoterapêuticas, com as devidas permissões, tornando possível o estudo objetivo de um processo eminente subjetivo. Em consequência, foram feitas algumas constatações até então impensadas, como a de que o motivo da melhora dos clientes ocorria independente do motivo pelo qual os terapeutas acreditava em que os estavam beneficiando. Comparando-se análises feitas por observadores neutros, verificou-se que elas coincidiam mais com as dos próprios clientes que com a dos psicoterapeutas, ou seja, os primeiros é que percebiam melhor o que realmente os ajudava e o quanto estavam sendo compreendidos ou não por quem os atendia. Sua dedicação à construção de um método científico na psicologia foi reconhecido por prêmio da Associação Americana de Psicologia, da qual também foi eleito presidente, em 1958. Seus métodos científicos estão descritos em livros traduzidos no Brasil como "A Pessoa como Centro" e "Um jeito de ser". “Subvertendo” a “relação de poder” terapeuta-cliente (decorrente do pressuposto, até então, de que psicólogos e psiquiatras é que detinham o conhecimento da subjetividade de seus pacientes)seu trabalho "suberteu" também outras áreas, o que só se tornou visível para o próprio Rogers após décadas de atividades, como relatou em uma de suas últimas e melhores obras, “Sobre o Poder Pessoal” – livro em que traça, por exemplo, um paralelo entre suas descobertas e as de Paulo Freire e de sua “pedagogia do oprimido”. Fruto de suas pesquisas, sistematizou o método da “Terapia centrada no cliente” que depois evoluiu para a “Abordagem centrada na pessoa”(ACP), mas ele próprio afirma que seu objetivo nunca fora criar um sistema próprio de psicoterapia e sim estudar os critérios necessários para a evolução da psicoterapia científica como um todo. É considerado um precursor da psicologia humanista e criador da linha teórica conhecida como Abordagem Centrada na Pessoa (ACP).[1]
Introdução
Ao contrário de outros estudiosos cuja atenção se concentrava na idéia de que todo ser humano possuía uma neurose básica, Rogers concluiu com suas pesquisas que essa visão não era exata, passando a defender que, na verdade, o núcleo básico da personalidade humana era tendente à saúde, ao bem-estar. Tal conclusão sobreveio a um processo meticuloso de investigação científica levado a cabo por ele, ao longo de sua atuação profissional.
Carl Rogers ficou famoso por desenvolver um método psicoterapêutico centrado no próprio paciente. O terapeuta tem que desenvolver uma relação de confiança com o paciente para poder fazer com que ele encontre sozinho sua própria cura.
Esse psicólogo marcou não só a Psicologia Clínica, como também, a Psicoterapia, Administração – de empresas e de escolas etc. - o Aconselhamento Psicológico, Aconselhamento Pastoral, a Educação e Pedagogia, a Psicopedagogia, Orientação Educacional, assim como a Literatura, o Cinema e as Artes, de modo explícito ou implícito, consciente ou não conscientemente.
Foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz em 18 de janeiro de 1987.[2]
Realizou-se doze filmes sobre o seu trabalho, deixando um elevado número de documentos sonoros e audiovisuais, que (des)velam seus modos de ser sendo psicólogo (psicoterapeuta).
Publicou 16 livros, dentre os quais se destacam: "Tornar-se Pessoa", "Um Jeito de Ser", "Terapia Centrada no Cliente" e "Liberdade de aprender em nossa época".
Principais Idéias
A partir dessa concepção primária, o processo psicoterapêutico consiste em um trabalho de cooperação entre psicólogo e cliente, cujo objetivo é a liberação desse potencial de crescimento, tendo como resultado a pessoa aberta à experiência,vivendo de maneira existencial,tornando-se ele mesmo.
Há três condições básicas e simultâneas defendidas por Rogers como facilitadoras,no relacionamento entre psicoterapeuta e cliente, para que ocorra a atualização desse núcleo essencialmente positivo existente em cada um de nós. São elas: a consideração positiva incondicional; a empatia e a congruência.
Em linhas gerais, ter consideração positiva incondicional é receber a aceitar a pessoa como ela é e expressar uma consideração positiva por ela, simplesmente por que ela existe, não sendo necessário que faça ou seja isto ou aquilo,portanto,aceitá-la incondicionalmente; a empatia, por sua vez, consiste na capacidade de se colocar no lugar do outro, ver o mundo através dos olhos dele e procurar sentir como ele sente;e a congruência, a coerência interna do próprio terapeuta.
O interessante na abordagem rogeriana é que a aplicação do seu método em psicoterapia, passa por um processo de amadurecimento do próprio psicoterapeuta, já que ele não pode simplesmente apropriar-se de uma "técnica", mas que lhe seja próprio e natural agir conforme as condições desenhadas por Rogers. Percebe-se então, por exemplo, que a expressão de uma afetividade incondicional só ocorre devidamente se brotar com sinceridade do psicólogo; não há como simular tal afetividade. O mesmo ocorre com a empatia e com a congruência. Por isso se diz que não existe uma "técnica rogeriana", mas sim psicólogos cuja conduta pessoal e profissional mais se aproximam da perspectiva de Carl Rogers.
Outro ponto a considerar é que após longos estudos, Rogers chegou à conclusão de que as três condições são eficazes como instrumento de aperfeiçoamento da condição humana em qualquer tipo de relacionamento, tais como: na educação entre professor e aluno, no trabalho, na família,nas relações interpessoais em geral.
Abordagem Centrada na Pessoa
Há muitos nomes para, o que hoje, aqui estamos a denominar de Abordagem Centrada na Pessoa (ACP). Há psicólogos ou orientadores educacionais, ou mesmo professores que "falam" em Orientação Não Diretiva, ou em Psicoterapia Humanista-Existencial (Corey), de Terapia Centrada no Cliente, de Pedagogia Centrada no Aluno, ou Abordagem Experiencial, de Grupos de Encontro, de Gestão Humana Existencial de Recursos Humanos ou de Gestão Humanista Existencial de Empresas, de Mediação de Conflitos Sociais pela ACP, Políticos ou Raciais Centrados na Pessoa etc.
Enfim, a sua ação ao longo deste século, foi de um contínuo empenho no caminho da liberdade e da libertação das forças interiores (Self) do ser humano, na sua capacidade de enfrentar a si e o outro, no mundo mesmo, e sua tendência a uma atitude de respeito e ao crescimento.
Essas forças internas do ser humano se mostram nos seus modos de ser – ser sendo no mundo - sempre alguém aberto ao desenvolvimento e aprendizagem positivos, tendo dentro de si algo que o impulsiona: a Tendência Atualizante, modos de auto-atualização de suas potencialidades, de fazer, sentir, agir seu próprio florescimento.
Rogers fez severas oposições aos conceitos deterministas de ser humano, buscando fundamentar-se nas Filosofias Humanistas Existenciais e utilizando-se do método fenomenológico de pesquisa. Para Roger, cada pessoa possui em si mesmo as respostas para as suas inquietações e a habilidade necessária para resolver os seus problemas. Por isso, o sentimento de pena e o determinismo seriam maneiras de negar a capacidade de realização de cada indivíduo.[1]
Torna-se Pessoa
Rogers se opôs à teoria de B.F.Skinner de que a personalidade do homem seria moldada pelo meio por meio de condicionamentos operantes. Para Rogers todos os homens são bons na sua essência, e que todo o aprendizado deveria ser organizado no sentido do indivíduo para o meio, e não o contrário[3]. Neste sentido, ele nos diz:
| A Questão é saber se podemos permitir que o conhecimento se organize no e pelo indivíduo, em vez de ser organizado para o indivíduo. | — Carl Rogers |
Acusado de "romântico" durante a ditadura militar no Brasil, Rogers chegou a acreditar que a democracia brasileira seria viável caso os governos militares - instalados no poder nacional de então - se submetessem aos Grupos de Encontro e à Psicoterapia. Esse pensamento obviamente impunha, no mínimo, aos psicólogos brasileiros, da época, uma questão ética: Tratar ou não daqueles que eram torturadores?
Rogers expôs suas práticas em inúmeras gravações, tendo também se apresentando num programa de televisão sob o comando de Júlio Lerner,na TV Cultura (8 de março de 1977). Nessa ocasião,foi realizado no estúdio, em tempo real, um Grupo de Encontro com a participação de voluntários, incluindo os próprios funcionários da TV, facilitado por Maria Bowen ,que foi posteriormente comentado por Bowen, John Wood , Raquel Rosemberg e o próprio Rogers.
O CVV (Centro de Valorização da Vida) segue a idéia de conduta em seu atendimento estilo Rogers, onde os volutários atendentes acreditam na tendência atualizante da pessoa sendo atendida.
fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Carl_Rogers
Sérgio Luiz Lopes.:
domingo, 21 de agosto de 2011
TREINO LONGO DE BIKE - 80Km e um vento sul medonho
Temperatura na casa dos 10,6ºC, precisamente, céu claro com o sol ainda baixo e um vento sul bombando pressão lá fora. Preparei a suplementação pré-treino, colequei os "apetrechos" necessários e fui pro asfalto.
Antes de sair de casa liguei para o Alexandre, mas não tive sucesso e caí na estrada sozinho.
Iniciei o treino saindo do Itacorubi, passando pelo elevado do cemitério, pegando a beiramar e o tunel Atonieta de Barros, com destino ao trevo da seta na Costeira do Pirajubaé.
Meus amigos, quando passei sob a ponte Hercílio Luz peguei o vento sul de frente e senti o drama. Pensei! Se o vento sul não me tirar do banco da bike eu termino o treino.
Pra chegar no trevo da seta foi um sacrifício, pedalava, pedalava e não conseguia superar a casa dos 27 Km/h. Da nada, pensei! O negócio é colocar numa relação mais leve, ir pro clip e curtir o vento bater nos cabelos, quer dizer, no capacete.
Antes de chegar no trevo da seta encontrei um corajoso em uma mountain bike. Ohh raça, se a coisa já estava feia para as bikes de triathlon, imagina só pra quem tinha que pedalar contra o vento sul fortíssimo numa mountain bike com o peito ereto fazendo barreira contra o vento... quando passei pelo rapaz o "zolho" dele parecia dois pires **, um verdadeiro sofrimento.
Cheguei no trevo da seta e fiz o retorno. O GPS estava registrando 16 Km de percurso e a partir daquele momento meu destino foi o trevo da Dona Benta na entrada do Córrego Grande.
Vento sul nas costas, como diria um grande amigo meu, LESPO... fui para o clip novamente e iniciei um pedal progressivo, 33Km/h, 35Km/h até a casa dos 39 a 40 Km/h. Procurei manter esse rítmo até a casa do governador e fui bem, pois eu estava praticamente a favor do vento.
Quando passei da casa do governador e alinhei a bike para a direção sul novamente, meu amigo, o bicho pegou. Ohh raça, o vento sul na Ilha no período de inverno é coisa medonha.
A velocidade da bike não passava de 25Km/h e foi assim que cheguei ao trevo da Dona Benta na entrada do Córrego Grande. Contornei o retorno, coisa boa, vento nas costas novamente, LESPO e segui em direção ao trevo do CIC com o objetivo de seguir para o norte da Ilha pela SC 401. A ida foi relativamente tranquila com a bike respondendo bem aos comandos e com a média da velocidade se mantendo entre 33 a 35 Km/h, Passei pelo pedágio e segui para o trevo de Jurerê procurando manter o rítmo todo o tempo, mas o batimento já estava no início da zona 4 por volta da casa dos 154 bpm, pensei, na volta o bicho vai pegar novamente. Quando cheguei no trevo que dá acesso à Jurerê, próximo da antiga PACHÁ, o GPS estava marcando 55 Km de percursso, faltando apenas a bagatela 25 Km para complentar os 80 Km, sendo que a maior parte dessa quilometragem era contra o dito vento sul.
Cheguei na praia da Daniela, fiz o retorno, tomei mais um sachê de carbohidrato, hidratei o "corpitcho" e deitei o cabelo na estrada. Ao chegar no trevo da Daniela com o Jurerê Velho peguei o meu amigo vento sul bem frontal e então senti na pele o que estava me esperando... fui para o clipe da bike, olhei para as fotos das crianças e comecei a impor um rítmo próximo dos 30Km/h... consegui permanecer com essa velocidade até próximo do pedágio na SC 401, depois, em função do cansaço, da pressão frotal do vento sul e das subidas que eu tive pela frente o rítmo reduziu um pouco. Ao chegar no morro do antigo jornal O Estado, última subida do trajeto, determinado em encerrar o treino fazendo uma subida de qualidade, iniciei a subida procurando manter o giro da bike em 15Km/h e assim foi até o fim do aclive com o batimento chegando na casa dos 163 bpm e os bofes saindo pela boca, pelos olhos e orelhas.
Pedalei o treino todo sozinho com intuito de perceber as dificuldades que por ventura venham surgir no dia da prova do IRONMAN 2012 e o vento sul, sem dúvida nenhuma, é uma grande dificuldade a ser enfrentada e superada.
Fiquei muito satisfeito com o treino por ter entendido que não se pode lutar contra a natureza, devo respeitá-la, como sempre fiz, e perceber, principalmente, quais as minhas limitações e o que devo fazer para melhorar e aprimorar a minha performance na bike.
Segundo a orientação do meu amigo e treinador Roberto Lemos e comentários de vários colegas de treino, o negócio é dá a cara para bater e pé, ou melhor, bike na estrada.
Tem uma máxima que diz o seguinte: "O persimista pedala a favor do vento, o otimista pensa o tempo todo que o vento vai parar e o triatleta vai pro clip da bike."
Valeu Raça e até a próxima.
Sérgio Luiz Lopes.:
Antes de sair de casa liguei para o Alexandre, mas não tive sucesso e caí na estrada sozinho.
Iniciei o treino saindo do Itacorubi, passando pelo elevado do cemitério, pegando a beiramar e o tunel Atonieta de Barros, com destino ao trevo da seta na Costeira do Pirajubaé.
Meus amigos, quando passei sob a ponte Hercílio Luz peguei o vento sul de frente e senti o drama. Pensei! Se o vento sul não me tirar do banco da bike eu termino o treino.
Pra chegar no trevo da seta foi um sacrifício, pedalava, pedalava e não conseguia superar a casa dos 27 Km/h. Da nada, pensei! O negócio é colocar numa relação mais leve, ir pro clip e curtir o vento bater nos cabelos, quer dizer, no capacete.
Antes de chegar no trevo da seta encontrei um corajoso em uma mountain bike. Ohh raça, se a coisa já estava feia para as bikes de triathlon, imagina só pra quem tinha que pedalar contra o vento sul fortíssimo numa mountain bike com o peito ereto fazendo barreira contra o vento... quando passei pelo rapaz o "zolho" dele parecia dois pires **, um verdadeiro sofrimento.
Cheguei no trevo da seta e fiz o retorno. O GPS estava registrando 16 Km de percurso e a partir daquele momento meu destino foi o trevo da Dona Benta na entrada do Córrego Grande.
Vento sul nas costas, como diria um grande amigo meu, LESPO... fui para o clip novamente e iniciei um pedal progressivo, 33Km/h, 35Km/h até a casa dos 39 a 40 Km/h. Procurei manter esse rítmo até a casa do governador e fui bem, pois eu estava praticamente a favor do vento.
Quando passei da casa do governador e alinhei a bike para a direção sul novamente, meu amigo, o bicho pegou. Ohh raça, o vento sul na Ilha no período de inverno é coisa medonha.
A velocidade da bike não passava de 25Km/h e foi assim que cheguei ao trevo da Dona Benta na entrada do Córrego Grande. Contornei o retorno, coisa boa, vento nas costas novamente, LESPO e segui em direção ao trevo do CIC com o objetivo de seguir para o norte da Ilha pela SC 401. A ida foi relativamente tranquila com a bike respondendo bem aos comandos e com a média da velocidade se mantendo entre 33 a 35 Km/h, Passei pelo pedágio e segui para o trevo de Jurerê procurando manter o rítmo todo o tempo, mas o batimento já estava no início da zona 4 por volta da casa dos 154 bpm, pensei, na volta o bicho vai pegar novamente. Quando cheguei no trevo que dá acesso à Jurerê, próximo da antiga PACHÁ, o GPS estava marcando 55 Km de percursso, faltando apenas a bagatela 25 Km para complentar os 80 Km, sendo que a maior parte dessa quilometragem era contra o dito vento sul.
Cheguei na praia da Daniela, fiz o retorno, tomei mais um sachê de carbohidrato, hidratei o "corpitcho" e deitei o cabelo na estrada. Ao chegar no trevo da Daniela com o Jurerê Velho peguei o meu amigo vento sul bem frontal e então senti na pele o que estava me esperando... fui para o clipe da bike, olhei para as fotos das crianças e comecei a impor um rítmo próximo dos 30Km/h... consegui permanecer com essa velocidade até próximo do pedágio na SC 401, depois, em função do cansaço, da pressão frotal do vento sul e das subidas que eu tive pela frente o rítmo reduziu um pouco. Ao chegar no morro do antigo jornal O Estado, última subida do trajeto, determinado em encerrar o treino fazendo uma subida de qualidade, iniciei a subida procurando manter o giro da bike em 15Km/h e assim foi até o fim do aclive com o batimento chegando na casa dos 163 bpm e os bofes saindo pela boca, pelos olhos e orelhas.
Pedalei o treino todo sozinho com intuito de perceber as dificuldades que por ventura venham surgir no dia da prova do IRONMAN 2012 e o vento sul, sem dúvida nenhuma, é uma grande dificuldade a ser enfrentada e superada.
Fiquei muito satisfeito com o treino por ter entendido que não se pode lutar contra a natureza, devo respeitá-la, como sempre fiz, e perceber, principalmente, quais as minhas limitações e o que devo fazer para melhorar e aprimorar a minha performance na bike.
Segundo a orientação do meu amigo e treinador Roberto Lemos e comentários de vários colegas de treino, o negócio é dá a cara para bater e pé, ou melhor, bike na estrada.
Tem uma máxima que diz o seguinte: "O persimista pedala a favor do vento, o otimista pensa o tempo todo que o vento vai parar e o triatleta vai pro clip da bike."
Valeu Raça e até a próxima.
Sérgio Luiz Lopes.:
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
SIMULADO PARA DUATHLON - TREINO DE TRANSIÇÃO NO TAIKÔ SÁBADO - 06/08/2011
Cheguei no Taikô por volta das 8:15, o Lucas, o Bruno, o Marcos Vinicios, eu e mais dois colegas fomos os primeiros a chegar. Tempo bom, sol brilhando, vento moderado e boa temperatura, próxima aos 18ºC foram as condições encontradas por nós no início da manhã daquele sábado.
Logo na sequência chegou o Pina, o Alexandre, o Palhares, a Dani, o Rafa Bressan e outros colegas. Três ou quatro foram nadar e eu e o Pina saimos pra correr os primeiros 4Km, com transição programada para 40Km de bike e mais 2Km de corrida no final. Chegamos da primeira corrida bufando, a final haviamos corrido 4min./Km. Colocamos os capacetes e demais acessórios necessáros e saimos para o pedal juntamente com o homem locomotiva - Marcos Vinícios. No caminho, logo no início do treino de bike encontramos o Zerlot, formando assim o quarteto do primeiro pelotão.
Na volta da praia da Daniela o pelotão já estava num rítimo mais forte, 31 a 32 Km/h, quando chegamos na SC 401 o Marcos iniciou uma puxada que terminou no pedágio aos 42Km/h, a favor do vento, na volta o pelotão colocou um rítimo entre 37 a 38 Km/h, contra o vento, e assim completamos, quer dizer, eles completaram 3 voltas.
O batimento estava nas alturas, 162 bpm, meu rosto pegando fogo, um calor violento. Eu e o Pina chegamos com as bikes, colocamos os tenis e saimos feito dois alucinados para completar os ultimos 2 quilômetros, foi forte o negócio, terminamos a corrida em 7min. e 40 segundos e o meu batimento estava em 171 bpm.
Foi um sábado muito especial, somado ao fato de eu ter treinado ao lado do meu Amigo Rafael Pina.
Sergio Luiz Lopes.:
Logo na sequência chegou o Pina, o Alexandre, o Palhares, a Dani, o Rafa Bressan e outros colegas. Três ou quatro foram nadar e eu e o Pina saimos pra correr os primeiros 4Km, com transição programada para 40Km de bike e mais 2Km de corrida no final. Chegamos da primeira corrida bufando, a final haviamos corrido 4min./Km. Colocamos os capacetes e demais acessórios necessáros e saimos para o pedal juntamente com o homem locomotiva - Marcos Vinícios. No caminho, logo no início do treino de bike encontramos o Zerlot, formando assim o quarteto do primeiro pelotão.
Na volta da praia da Daniela o pelotão já estava num rítimo mais forte, 31 a 32 Km/h, quando chegamos na SC 401 o Marcos iniciou uma puxada que terminou no pedágio aos 42Km/h, a favor do vento, na volta o pelotão colocou um rítimo entre 37 a 38 Km/h, contra o vento, e assim completamos, quer dizer, eles completaram 3 voltas.
O batimento estava nas alturas, 162 bpm, meu rosto pegando fogo, um calor violento. Eu e o Pina chegamos com as bikes, colocamos os tenis e saimos feito dois alucinados para completar os ultimos 2 quilômetros, foi forte o negócio, terminamos a corrida em 7min. e 40 segundos e o meu batimento estava em 171 bpm.
Foi um sábado muito especial, somado ao fato de eu ter treinado ao lado do meu Amigo Rafael Pina.
Sergio Luiz Lopes.:
segunda-feira, 25 de julho de 2011
SUPLEMENTAÇÃO - GLUTAMINA PARA TRIATLETAS
Os praticantes e atletas de triatlo necessitam de muita resistência, por isso é importante a suplementação com glutamina, pois ela pode ajudar a reduzir a quebra do tecido muscular e na manutenção de um sistema imunológico fortalecido durante períodos de traumas físicos ou estresse. A glutamina é muito benéfica em qualquer momento que o corpo é obrigado a lidar com aumento de estresse. Ela é o aminoácido mais abundante no tecido muscular e é literalmente dilacerada dos músculos durante períodos de estresse em esportes que exigem muito do corpo, como o triatlo. Esportes como natação, ciclismo e corrida desgastam bastante quando praticados individualmente, quando se junta os 3 esportes em uma só modalidade, o desgaste é ainda maior. Pelo fato deste esgotamento poder causar perda muscular e uma baixa na função imunológica, a glutamina é considerada “condicionalmente essencial”.
ÓLEO DE COCO, A GORDURA DO BEM PARA OS ATLETAS.
Algumas vantagens:
- Trata-se de um produto 100% natural;
- Não possui gordura trans;
- Pode substituir outros óleos no preparo das refeições (é estável ao calor, não perde suas propriedades quando é submetido a altas temperaturas);
- Possui uma gordura chamada TCM (Triglicerídeo da Cadeia Média), que é rapidamente absorvida e transportada pelo organismo. No fígado ele se transforma em energia rapidamente, não se deposita no organismo. A utilização do TCM acaba poupando o glicogênio (armazenado do fígado e músculos) e fornece mais energia do que o carboidrato (9kcal/grama contra 4kcal/grama);
- O teor de gordura saturada é semelhante ao do leite humano;
- É rico em substâncias antioxidantes e apresenta propriedades funcionais;
- Possui ácido láurico, um ácido graxo saturado que auxilia no combate a inflamações e na redução do colesterol ruim (LDL). Ele também ajuda a aumentar as defesas do organismo, evitando, prevenindo e melhorando contra doenças como a gripes e resfriados;
- Também é composto por Omega 6 e 9 e vitamina E;
- Produz sensação de saciedade, fazendo com que o indivíduo consuma menos alimentos.
Fonte e mais informações: http://www.mundotri.com.br/2011/07/oleo-de-coco-a-gordura-do-bem-para-os-atletas/
quinta-feira, 14 de julho de 2011
R.P.G. - Reeducação Postural Global por Marcos Vinícius
O que é RPG?
O RPG é uma abordagem fisioterapêutica que age restabelecendo o eixo postural fisiológico normalizando a função músculo-esquelética e, conseqüentemente, a postura. Engloba uma série de procedimentos terapêuticos incluindo alongamento global, terapia manual e fortalecimento da musculatura interna da coluna.
Por que fazer o RPG?
Nosso corpo não está preparado para agüentar várias horas sentado em determinada posição! A evolução humana mostra que o Homem desenvolveu sua musculatura para ser um nômade, sempre se movimentando na busca de suas necessidades fisiológicas. Então nos dias atuais surge um “aparelhinho” chamado computador que serve para trabalhar, buscar alimento, amizade, namoro, diversão....Viver sentado!!! Ótimo!! Ótimo??? As facilidades do “viver sentado” trouxeram uma carga que a musculatura mais profunda da coluna ainda não está evolutivamente preparada para suportar. A musculatura interna/profunda da coluna precisa estar em harmonia com sua flexibilidade e tonicidade (fortalecimento) para suportar com maior facilidade muitas horas sentado em frente ao computador. Se não existe esta harmonia, o que acontece?? Inicialmente postura precária, após vem a DOR e por último a incapacidade! O que o RPG faz??? Alongamento Global e fortalecimento desta musculatura interna/profunda da coluna.
Como o método é realizado?
O trabalho tem como base as posturas de tratamento, derivadas dos estudos em cadeias musculares onde buscamos a causa dos problemas posturais, atuando sobres suas compensações e suprimindo seus efeitos que, em geral, são dores no corpo, principalmente na região da coluna.
Para quem é indicado?
O método, por ser trabalhado apenas de forma individual, se adapta às necessidades reeducativas de qualquer pessoa, sendo indicado nos casos em que haja desordens posturais geralmente associadas a falta de flexibilidade/alongamento ou já quando o paciente apresenta dor. Um corpo posturalmente equilibrado possibilita um bom funcionamento dos órgãos internos, propiciando que todo o organismo trabalhe de forma harmônica em todos os seus sistemas.
Devo fazer o RPG por quanto tempo, quantas sessões???
RPG é um tratamento específico e individual, que depende de uma avaliação prévia para determinar o número de sessões. Protocolo inicial são sempre 10 sessões, mas depende da evolução de cada pessoa durante o tratamento, podendo precisar de mais ou até menos sessões.
OBS: A musculação na academia não fortalece a musculatura interna da coluna e sim a musculatura externa, aquela que realiza os movimentos do corpo. Fazer musculação sem ter flexibilidade e tonicidade da musculatura profunda piora a postura e conseqüentemente, a DOR!!!
Marcos Vinícius Almeida
Fisioterapeuta com especialidade em RPG e quiropraxia. (fone: 32331609/ 84081655) quinta-feira, 7 de julho de 2011
TÉCNICA DA PEDALADA REDONDA por ROBERTO LEMOS
RETORNO
Na passada dos pés pela parte de baixo da pedalada, você deve sentir os pés como se estivessem limpando as solas dos sapatos num tapete, tirando-lhes a terra. Faça força somente na parte de baixo da pedalada (ou seja, uma perna impulsiona a outra para cima).
PUXADA
Concentre-se e comece a perceber os joelhos subindo e passando pelos pontos altos da pedalada. Faça com que eles subam ao máximo, sem que o movimento fique pontudo, quebrado. A pedalada vem de baixo e de trás - e não somente de baixo, como a gente acredita. Procure impulsionar a bicicleta somente com o movimento da puxada das pernas, sem fazer força para baixo. Não desanime se parecer que a bike não sai do lugar.
Lembre-se que você está fazendo somente uma parte da pedalada.
Sinta o movimento e perceba que, para aumentar o giro, é fundamental a ascensão das pernas. Como esse exercício utiliza um grupo muscular maior, tente completar um minuto de tiro. Lembre-se: o importante é sentir o movimento e não buscar a performance máxima. Se pensar nisso, estará acumulando muito ácido lático nas pernas.
CHUTE
Da mesma forma e intensidade dos educativos anteriores, perceba somente a fase da pedalada em que, após a perna se elevar você "chuta" alternadamente com cada uma das pernas, preparando-as para a compressão (*).
Apesar de serem considerados "pontos mortos" da pedalada, os pontos alto e baixo devem ser sentidos e observados. Eles são a perfeita união entre a compressão e a puxada das pernas, fazendo com que a pedalada fique redonda e perfeita.
(*) A compressão é a única fase em que você não precisa treinar, pois é a que você fez a vida inteira depois que aprendeu a se equilibrar na bicicleta.
Fonte: Revista Bikeaction, http://www.revistabikeaction.com.br/
Professor Roberto Lemos - IRONMIND Assessoria Esportiva
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Sir Ernest Henry Shackleton - ENDURANCE uma expedição de muita coragem, superação e lealdade.
Sir Ernest Henry Shackleton foi um explorador anglo-irlandês, uma das principais figuras no período conhecido como Era Heróica da Exploração Antártica.
Em 1901 embarca pela primeira vez com Robert Falcon Scott com destino a Antártida. Em novembro de 1902, alcançam a Latitude 82°16’ S, o ponto mais austral alcançado pelo homem até então. Doente de escorbuto, teve que retornar à Inglaterra.
Animado pela experiência da viagem realizada junto com Scott, organiza sua própria expedição e, em 7 de agosto de 1907, parte novamente para a Antártida, onde chega no começo de 1908. Depois de muitas dificuldades, em 9 de janeiro de 1909, alcançam o recorde de latitude, 88°23’ S, porém são forçados a abandonar os planos a apenas 180 km do Pólo Sul. Depois de percorrer 3000 km na Antártida, regressam novamente à Inglaterra.
Em 14 de dezembro de 1911, Roald Amundsen alcança o Pólo Sul. Shackleton, decepcionado, propõe-se o objetivo de atravessar o continente a pé, passando sobre o pólo, o que supunha uma caminhada de 3300 km . Em 8 de agosto de 1914, parte da Inglaterra em um barco com o nome de ENDURANCE (resistência – capacidade de enfrentar e superar condições adversas). Com ele embarcaram 27 homens, entre eles Frank Worsley e Frank Wild. Todos eles viveriam uma das histórias mais duras da exploração polar.
Após ver seu barco ser esmagado pelo gelo no mar congelado de Weddell, Shackleton, juntamente com cinco membros da tripulação, foi procurar ajuda. Em um pequeno barco, os seis homens passaram 16 dias cruzando 1300 km de oceano para chegar à Geórgia do Sul e, em seguida, caminhou por toda a ilha até chegar a uma estação de caça às baleias. Em agosto de 1916 os homens remanescentes do "ENDURANCE" foram resgatados pelo navio Yelcho, graças à generosidade de um marinheiro chileno, o Comandante Luis Pardo Villalón,. Nenhum membro da expedição morreu.
Ao regressar à Inglaterra, em 29 de maio de 1917, Shackleton e seus homens são recebidos como heróis. Haviam retornado à Inglaterra em pleno curso da Primeira Guerra Mundial.
A expedição "ENDURANCE" foi publicada em 1919.
Ao final de 1921, retorna à Antártida com Frank Wild a fim de cartografar a região com mais precisão. Essa seria sua última viagem. Nas proximidades da ilha Geórgia do Sul, em 5 de janeiro de 1922, sofre um ataque cardíaco quando estava na ponte de seu barco. Seus restos descansam na Geórgia do Sul, onde foi erigido um pequeno monumento em sua memória.
Assista alguns videos sobre a aventura de Shackleton acessando pelos links contidos na página.
Sergio Luiz Lopes.:
segunda-feira, 4 de julho de 2011
CAMPEONATO CATARINENSE DE DUATLON 2011 - Etapa Brusque
No dia 03/07/2011 participei da Iª Etapa do Campeonato Catarinense de Duatlon, a qual foi realizada em Brusque e muito bem organizada pela FETRISC.
Chuva e frio, com temperatura oscilando entre 13 a 15 graus Celsius, a largada da prova foi as 9:30 horas em ponto com a presença de 49 atletas.
Planejei correr forte a primeira corrida, me posicionar bem no pelotão da bike para no final decidir com os colegas da categoria o pódio. Meu planejamento deu certo, apesar da chuva ter atrapalhado o ciclismo deixando o circuito perigoso.
Dei o meu máximo procurando fazer o melhor e conquistei a 2ª colocação na minha categoria e a 22ª posição na classificação geral.
Genhei duas posições na minha categoria na corrida final, foi, sem dúvida, outra conquista significativa.
Tempo de prova 1:08:01 (5Km corrida - 17:31min., 20Km bike - 38:52 min., 2,5 Km corrida - 11:38 min.).
A II Etapa do campeonato será em Florianópolis - Pedra Branca no dia 13/08/2011, venha torcer pelos atletas da IRONMIND.
Sergio Luiz Lopes.:
Chuva e frio, com temperatura oscilando entre 13 a 15 graus Celsius, a largada da prova foi as 9:30 horas em ponto com a presença de 49 atletas.
Planejei correr forte a primeira corrida, me posicionar bem no pelotão da bike para no final decidir com os colegas da categoria o pódio. Meu planejamento deu certo, apesar da chuva ter atrapalhado o ciclismo deixando o circuito perigoso.
Dei o meu máximo procurando fazer o melhor e conquistei a 2ª colocação na minha categoria e a 22ª posição na classificação geral.
Genhei duas posições na minha categoria na corrida final, foi, sem dúvida, outra conquista significativa.
Tempo de prova 1:08:01 (5Km corrida - 17:31min., 20Km bike - 38:52 min., 2,5 Km corrida - 11:38 min.).
A II Etapa do campeonato será em Florianópolis - Pedra Branca no dia 13/08/2011, venha torcer pelos atletas da IRONMIND.
Sergio Luiz Lopes.:
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